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Chilli Beans lança coleção Alok Nature Tech

A Chilli Beans, rede especializada em óculos escuros, lançou no dia 31 de janeiro a coleção Alok Nature Tech. Marcando a 5ª edição da parceria mais duradoura e rentável da marca, o lançamento foi criado em colaboração com o DJ e traz como característica principal a união da natureza com a tecnologia, resultando em armações com formatos orgânicos, estruturas fluidas e texturas e cores inspiradas em minerais. Entre os destaques da coleção, estão os modelos multi, que vêm com uma lente escura que pode ser acoplada aos óculos de grau, trazendo praticidade; e a armação híbrida, que funciona como óculos esportivo de performance, já que possui ponteiras internas de borracha para criar mais aderência com o usuário.
Os produtos seguem o storytelling das outras coleções lançadas com o artista ao longo dos últimos seis anos, que se baseia na junção da tecnologia com outros elementos da nossa realidade. Nesse caso, em tempos de metaverso e interações digitais, é usada a natureza gerada por computadores. “Para a Alok Nature Tech, criamos óculos inovadores e completamente diferentes de tudo que já vimos no mercado. Temos, por exemplo, um modelo que foi feito com um software de desenho paramétrico e uma armação octogonal, que carrega uma sequência orgânica nas abas, criada com um algoritmo que se estende pelas hastes e combina com as cores inspiradas em tons terrosos e naturais de minérios e vegetação”, conta Caito Maia, CEO e fundador da Chilli Beans.
O lançamento se aproxima da natureza orgânica, que utiliza algoritmos para crescimento, como raízes mais geométricas, colmeias e métodos como a Sequência de Fibonacci ou a Proporção Áurea. Alok afirma que, ao terem como inspiração essa natureza tecnológica, os novos modelos já nascem icônicos. “É incrível ver de perto a criatividade e o trabalho de pesquisa da Chilli Beans ao criar uma coleção. Nós desenvolvemos um modelo feminino, por exemplo, que foi baseado no crescimento de raízes e veias, resultando em uma estrutura completamente orgânica, delicada e poderosa, com uma construção geométrica e oversized”, revela o DJ.
A Alok Nature Tech traz 26 armações, entre óculos de grau, solar, multi e kids. Os shapes variam entre quadrados, redondos, hexagonais, esportivos e caçadores, e os materiais usados são aço inoxidável, policarbonato, nylon e acetato. Os preços variam entre R$ 259,98 e R$ 489,98, e a coleção está disponível no site, lojas físicas e quiosques de todo o território nacional.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








