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Chilli Beans dá a largada em busca de casamento real no The Town

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Para apimentar o festival de música The Town, que acontece em São Paulo em setembro deste ano, a Chilli Beans, rede especializada em óculos escuros, contará com uma capela dentro do evento, que permitirá a união de casais por meio de cerimônias reais e fictícias.

Sucesso na Cidade do Rock, no Rock in Rio, onde foram celebrados mais de 300 casamentos durante todo o evento, com mais de 2 horas de fila de espera entre os apaixonados, a já tradicional Capela Chilli Beans faz agora sua estreia no The Town. Com o mote “Celebre o Amor”, a capela contará com a presença de um juiz de paz para o casamento civil e de uma drag queen para os casamentos simbólicos.

Até 3 de julho, os casais que desejam oficializar sua união, com validade jurídica, na Capela Chilli Beans, deverão se inscrever no concurso cultural que a marca realiza através do Tik Tok. Para concorrer, basta produzir um vídeo criativo, de até 1 minuto, gravado na vertical, respondendo à pergunta: “Por que devemos ser escolhidos para casar no The Town?” acompanhado da hashtag #QUEROCASARCHILLIBEANS.

“Celebrar o amor é radical! Vale dancinha, trend do Tik Tok, depoimento, dublagem… Tanto faz o formato, o que importa aqui é ter muita criatividade e, claro, uma boa dose de pimenta na veia. Quem serão os escolhidos da vez, hein? Vai ser histórico!”, comenta Caito Maia, fundador da Chilli Beans.

Para participar do concurso cultural, o casal deverá ter mais de 18 anos, ser residente no Brasil e seguir o perfil da marca (@chillibeansoficial) no Tik Tok. O vídeo mais criativo será divulgado em 6 de julho nas redes sociais da Chilli Beans com o nome do casal vencedor. Os apaixonados ganharão uma cerimônia de verdade, com direito a 4 credenciais (sendo 2 para os noivos), 2 ingressos, dia da noiva, fotos e vídeos, bolo, bem-casado e bouquet. A data escolhida para o casamento será informada pela Chilli Beans.

Durante o evento, a marca contará com mais duas ativações: um óculos gigante, que servirá como ponto de descanso, e a ponte do amor, em uma referência à ponte dos cadeados de Paris, cidade do amor.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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