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Cheil investe em quatro novos diretores de criação

A Cheil Brasil anuncia novidades em sua estrutura da área de criação com a contratação dos profissionais Eto Bastos e Alexandre Nascimento e a promoção de Alair Erlon e Márcio Bittencourt. Os quatro criativos são os novos diretores de criação da agência e respondem diretamente ao Chief Creative Officer da Cheil Brasil & Latam, Marcello Droopy.
Vindo da MRM, o curitibano Eto Bastos é Diretor de Arte por formação e tem 15 anos de experiência dedicados à CRM. Antes de chegar à Cheil Brasil como Diretor de Criação, o profissional passou por agências como Sunset, onde deu início a sua carreira em São Paulo, e RAPP, onde permaneceu por seis anos. Ao longo de sua trajetória profissional, Eto trabalhou com marcas como BMW Group, Vivo, Mastercard, Samsung, entre outras.
Já Alexandre Nascimento, ex-Agência We, também é Diretor de Arte por formação e soma, hoje, quase duas décadas de experiência em criação. Sua trajetória profissional inclui, ainda, atuações anteriores em agências como Africa, Ampfy, WMcCann e Publicis Brasil. Ao longo de sua carreira atendeu diversos clientes, entre eles SKY, Mastercard, Coca-Cola, Bradesco, Marisa, Lenovo, BB Seguros, Mizuno e Brahma.
Alair Erlon soma 12 anos de experiência no mercado de publicidade e propaganda como redator. Em sua carreira acumula passagens por agências, como Leo Burnett Tailor Made, Lew’Lara\TBWA e Agência We, onde criou trabalhos para grandes marcas, entre elas Fiat-Chrysler, Nissan, Gatorade, OLX, Duracell, Pernod Ricard, e Raízen. Na Cheil Brasil desde 2015, o profissional foi convidado em 2019 pela Cheil Worldwide para um programa de intercâmbio de quatro meses na sede, localizada na Coreia do Sul/Seul, onde desenvolveu campanhas para Samsung Global e Chevrolet.
Márcio Bittencourt atua como redator na Cheil desde 2017. Em 14 anos de experiência, o profissional também passou por outras agências, como Euro RSCG (atual Havas), Artplan e Grey e sua trajetória inclui trabalhos realizados para os clientes Reckitt Benckiser, Gilette, Volvo, SulAmérica, Elo, Caixa, Samsung, Puma, Epic Games, entre outras. O criativo também já foi premiado em alguns dos principais festivais internacionais, como Cannes Lions, Clio Awards, London International Awards, NY Festivals, Wave Festival e El Ojo de Iberoamérica.
“Unir a vivência de dois grandes talentos internos, que conhecem o fluxo e a sinergia dos trabalhos que realizamos, aos olhares dos profissionais que acabam de chegar, nos dá a estrutura para evoluir ainda mais o nível das entregas criativas para os nossos clientes”, explica Marcello Droopy, CCO da Cheil Brasil & Latam.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








