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Cepêra lança duas campanhas simultâneas “Cêpira em casa” e “Vamos juntos Nessa” para estimular novas experimentações em tempos de quarentena

A primeira selecionará 100 novos embaixadores da marca para o lançamento da nova linha de maioneses saborizadas, e a segunda, apoiará 50 hamburguerias da Grande São Paulo com doação de produtos
A Cepêra, sempre atenta aos costumes e preferências de seus clientes e focada em promover experiências saborosas e afetivas, acaba de lançar duas campanhas simultaneamente.
A primeira delas, a “#cepiraemcasa” acontece em sequência ao conceito lançado no ano passado “#cepiraanacepera”, que segue uma linguagem típica do público jovem, identificada por meio de pesquisas que apontam que quando curtem uma comida, programa ou objeto, usam a expressão “Eu piro em…”.
Dessa vez, a Cepêra busca 100 novos embaixadores da marca para o lançamento de sua linha de maioneses saborizadas nas versões Original, Cheddar, Cebola e Alho que chegaram ao mercado em março.
Para participar da campanha e ser um embaixador da marca, basta acessar: https://marketing.cepera.com.br/embaixadores-cepera-2020 e responder a um questionário que estará disponível a partir do dia 03/04 até 07/04. Os 100 novos embaixadores receberão um kit com as novas maioneses e cumprirão algumas missões propostas pela Cepêra que somarão pontos, como posts, vídeos e afins durante todo o mês de abril e primeira semana de maio sempre utilizando as hashtags #cepiranacepera #cepiraemcasa. Na primeira quinzena de maio serão divulgados os 5 embaixadores mais criativos e que tiverem somado mais pontos que ganharão um vale compras no valor de R$200,00.
De acordo com a gerente de marketing da Cepêra, Carolina Penteado, a ideia é provocar um maior engajamento do público com a marca por meio de um contato afetivo com ela. “Queremos divulgar nossa linha de produtos e novidades, como as maioneses saborizadas, de maneira mais ‘fun’ e autêntica, mas também responsável. Diante de um cenário de incertezas como o atual, é um dever nosso contribuir para a criação de momentos felizes na hora da alimentação dentro de casa, e é isso que buscamos com nossos produtos”, conclui.
Hamburguerias
Intitulada de “Vamos juntos nessa”, a nova campanha da Cepêra tem como foco dar aquela forcinha às hamburguerias que, assim como muitos segmentos da economia, estão sentindo o impacto da Covid-19.
Como muitas hamburguerias passaram a adotar o sistema delivery ou take away (retiradas e consumidas em outro local), a Cepêra criou uma nova campanha onde serão escolhidas 50 hamburguerias para juntas formarem uma super parceria, enviando diversos produtos da linha Sabores Cepêra – ketchups, mostardas, maioneses, barbecues e pimentas – para dar um toque especial em suas receitas. Durante a primeira fase da campanha, hamburguerias que estiverem funcionando somente com delivery e/ou retirada no estabelecimento receberão sachês dos condimentos como forma de encantar seus consumidores. Após a liberação de funcionamento dessas hamburguerias, a Cepêra enviará durante 6 meses, produtos para que seus clientes degustem junto com seus pratos favoritos.
Para participar da campanha é necessário acessar o link: https://marketing.cepera.com.br/vamosjuntosnessa e informar alguns dados entre os dias 02/04 e 10/04. A seleção das 50 hamburguerias será feita pela Cepêra e divulgada posteriormente.
Como reforça Carolina, neste momento é preciso que todos fiquem em casa, mas nem por isso precisam abrir mão de sabor e de momentos especiais na hora das refeições. “Esta é a hora em que todos devem se apoiar e a Cepêra continua engajada em tornar cada experiência única, memorável e, sobretudo, responsável”, finaliza.
Sobre a Cepêra: Tradicional e moderna, a Cepêra está presente no mercado desde 1947 com sua linha de condimentos, conservas, molhos e pimentas, com o propósito de prover sabores e experiências àqueles que amam cozinhar, sejam profissionais ou amadores. Uma empresa que pensa no paladar dos brasileiros e que acompanha tendências e traz constantemente novidades aos seus consumidores que buscam experimentações e memórias afetivas de forma simples, democrática e autêntica. Além de presente em restaurantes, lanchonetes e casas do território nacional, a Cepêra exporta seus produtos para países da América Latina, Europa e Estados Unidos. www.cepera.com.br
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Participação de vendedores americanos no volume de vendas internacionais do Mercado Livre quase triplica em 16 meses

A representatividade dos vendedores norte-americanos no volume bruto de mercadorias (GMV) transacionado via cross-border no Mercado Livre avançou de 8,7% em abril de 2025 para 25,9% em agosto de 2026. Os dados constam em um levantamento realizado pela JoomPulse, plataforma de inteligência e análise de dados baseada em inteligência artificial. O movimento ocorre em um cenário no qual os itens de origem internacional já equivalem a 45,9% do catálogo ativo da plataforma de e-commerce e a 77,5% dos novos anúncios publicados.
A movimentação financeira associada ao segmento dos Estados Unidos registra um valor médio por pedido de R$ 352,00 — cifra 4,8 vezes superior à média dos vendedores oriundos da China, fixada em R$ 73,00. Apesar do avanço norte-americano, a China e Hong Kong permanecem na liderança da modalidade, respondendo por 71,9% do GMV cross-border do marketplace.
O estudo da JoomPulse monitorou 12 mil unidades de manutenção de estoque (SKUs) no Mercado Livre entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, cobrindo categorias como brinquedos, joias e vestuário. O levantamento indica que o volume de anúncios internacionais que geraram conversão de vendas cresceu 83 vezes no período, enquanto o número total de pedidos desses produtos aumentou seis vezes.
O desempenho do segmento internacional transcorre de forma paralela às reformulações na tributação de compras importadas no país. A legislação que trata da isenção do imposto de importação para encomendas de até US$ 50,00 abrange 94,25% dos pedidos e 68,78% do GMV cross-border. Para transações entre US$ 50,00 e US$ 3 mil, cuja alíquota máxima passou para 30%, concentra-se uma fatia de 5,75% dos pedidos, mas que responde por 31,22% do volume financeiro. Devido ao ticket médio superior, os vendedores dos Estados Unidos concentram suas operações predominantemente nesta segunda faixa.
A análise da consultoria não identificou oscilações nos preços finais ao consumidor após as adequações fiscais. O valor médio dos pedidos situados na faixa entre US$ 30,00 e US$ 50,00 manteve-se estável em R$ 193,00 ao longo de todo o período observado.
No que tange às categorias específicas monitoradas pela legislação — como brinquedos, joias, cosméticos e vestuário —, a participação do comércio internacional sobre o GMV total dessas áreas não apresentou elevação no trimestre encerrado em agosto. Em brinquedos e hobbies, o índice passou de 2,50% em maio para 2,18% em agosto; em joias e relógios, recuou de 2,10% para 1,05%; em beleza e cuidados pessoais, alterou-se de 1,46% para 0,95%; e no segmento de calçados, vestuário e bolsas, passou de 0,47% para 0,38%.
As condições de logística e entrega também figuram como fator competitivo no setor. Nas compras abaixo de US$ 10,00 — faixa que engloba 48,37% dos pedidos internacionais —, apenas 0,1% dos anúncios de fora do país oferecem frete gratuito, ante 73,0% dos vendedores nacionais. Nas faixas de preço acima de US$ 30,00, a oferta de gratuidade no envio se equipara entre itens locais e importados. “Em maio, mostramos que o crescimento do cross-border no Brasil havia começado antes da reforma tributária”, afirma Ivan Kolankov, chief executive officer (CEO) da JoomPulse. “Agora analisamos qual segmento está crescendo mais rapidamente do que os demais. Os sellers precisam entender em qual faixa de preço e categoria entrar, a que preço e sob quais condições de frete. As condições tributárias mudaram, mas de forma diferente entre as faixas de preço, e apenas o analytics pode mostrar onde uma vantagem de fato surgiu. Monitoramos de perto cada tendência e queremos permitir que todos os sellers baseiem suas decisões em dados.”
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Gad lança sétima edição do Gad Insights com análise sobre o futuro do branding e a relevância das marcas

A consultoria de branding e design Gad’ apresentou a 7ª edição do seu estudo proprietário anual, o Gad Insights 2026. A pesquisa analisa as transformações no comportamento do consumidor ao longo do último ano e sintetiza suas conclusões em dez diretrizes direcionadas a apoiar empresas nas tomadas de decisão de gestão de marca e posicionamento de mercado.
Sob o tema “O Desafio da Relevância – Como continuar importando em um mundo indiferente?”, o relatório deste ano contextualiza um cenário marcado pelo avanço tecnológico, pela saturação de conteúdos e por um público mais impaciente. O levantamento argumenta que o atributo da diferenciação isolada perdeu eficiência, exigindo que as marcas demonstrem utilidade e propósito prático na rotina de seus públicos. “Em um mundo de alternativas abundantes, ser diferente não garante ser importante. É preciso considerar os consumidores em sua complexidade e construir experiências capazes de devolver sentido em um presente fragmentado. O report de 2026 mostra que ter uma marca forte talvez já não resolva todo o problema”, destaca Luciano Deos, chief executive officer (CEO) do Gad’.
A publicação anual, iniciada em 2020, já abordou tópicos como as reconfigurações de consumo na pandemia, a reputação corporativa e o storydoing em 2022, o conceito de marcas inteligentes em 2023, o fenômeno do overbranding em 2024 e a busca pelo resgate das origens das empresas em 2025.
Na edição atual, a pesquisa mapeia vetores de transformação no mercado global. O documento aborda a busca por autenticidade frente à padronização de materiais via inteligência artificial, o combate ao chamado FOMO corporativo — a tendência de marcas perseguirem movimentos passageiros sem sinergia estratégica — e a ascensão do Generative Engine Optimization (GEO), em resposta ao dado de que 58% dos consumidores globais utilizam IAs generativas em substituição aos buscadores tradicionais. “Vivemos a passagem de uma economia da atenção para uma economia da impaciência. Isso atravessa o consumo, mas também nossa relação com trabalho, conhecimento, entretenimento e até com outras pessoas. Diante de um mercado com tantas alternativas, ninguém quer mais ficar preso a algo, e a lealdade às marcas precisa ser reconquistada todos os dias”, observa Deos.
O estudo traz ainda recortes populacionais e econômicos, citando dados da empresa de arquitetura e design Gensler de que entre 15% e 20% da população mundial é neurodivergente, o que exige adaptações sensoriais no varejo físico. O levantamento destaca também a expansão da silver economy, voltada ao público com 60 anos ou mais — segmento que movimenta US$ 4,2 trilhões anualmente no mundo —, e aponta um estudo da BALT indicando que 77% dos consumidores brasileiros exigem evidências concretas para validar compromissos socioambientais anunciados pelas empresas. “Ser relevante hoje é resolver uma necessidade; continuar sendo relevante amanhã exige reconhecer que aquela mesma pessoa terá outro corpo, outra família, outros projetos e outras prioridades. O desafio é construir uma marca capaz de acompanhar essas mudanças, sem gerar dependência ou presumir que sua presença será imutável”, finaliza Deos.








