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Centro de Convenções Rebouças avança nas práticas ESG

Envolvidos com 9 ODS – Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, o Rebouças anuncia seus avanços na integração de práticas ESG (Ambientais, Sociais e de Governança) em seu modelo de negócio.
“Negócios e sustentabilidade devem coexistir em harmonia. Nossa jornada ESG é um reflexo tangível desse compromisso e estamos empenhados na expansão desse trabalho com os stakeholders. A colaboração e o empenho de cada um dos promotores, organizadores, fornecedores, patrocinadores e do público final será imprescindível para alcançar novos patamares de sustentabilidade e aí sim, acreditamos num caminho bem sucedido”, afirma Ana Luísa Diniz Cintra, diretora doempreendimento.
Iniciativas do CCR:
▪ Diagnóstico: informações do status das empresas colaboradoras e parceiras para entender e auxiliar nas práticas ESG nos eventos.
▪ Educação: workshops e programas de educação liderados por especialista na área para a conscientização e a compreensão sobre ESG.
▪ Resíduos sólidos (PGRS): Desenvolvimento e implementação de um plano abrangente de gerenciamento de resíduos sólidos, visando a redução, reutilização e reciclagem de resíduos em nossas operações.
▪ Energia: implantação de usina fotovoltaica para reduzir a pegada de carbono e promover energia limpa e renovável.
▪ Inventário de emissões de gases de efeito estufa (GEE): Foi iniciado o processo de inventário para o ano de 2024. O objetivo é concluir com o programa de compensação das emissões.
▪ Compromisso de longa data com a sustentabilidade: Há 15 anos, o Rebouças tem se dedicado a reduzir seu impacto ambiental através da reciclagem residual dos eventos, sendo o pioneiro neste processo, e promover práticas sustentáveis. Algumas das realizações incluem um total acumulado de reciclagem de 103 toneladas de lixo
proveniente de eventos, o descarte adequado de 3.468 lâmpadas fluorescentes, a reutilização de águas pluviais nos vasos sanitários e mictórios desde 2014, e a substituição de lâmpadas fluorescentes por LED.
▪ Diversidade: Valorização da diversidade, inclusão e bem-estar do time de colaboradores, promovendo a equidade de gênero em suas equipes e implementando políticas de seleção e contratação que não discriminam cargos, atividades ou áreas de atuação.
▪ Comunicação: Conta com o desenvolvimento de documentos práticos e didáticos para promotores e organizadores, fornecedores e parceiros, incluindo o compromisso ESG do Centro de Convenções Rebouças, Guia prático, Metas e objetivos a médio e longo prazo, além de workshops e atividades de visitas técnicas para criação de PGRS e
Plano ESG anual.
Para o desenvolvimento da jornada ESG contou-se com o mestre em sustentabilidade Rafael Vaisman para o desenvolvendo de documentos práticos direcionados aos promotores, organizadores de eventos, fornecedores, parceiros e visitantes do Rebouças.
“Estamos comprometidos em continuar aprimorando nossos esforços na
cadeia de eventos, promovendo práticas sustentáveis e inclusivas. Posicionamo-nos
como agentes de mudança positiva na indústria, fortalecendo nossa comunidade e
unindo todos pela causa do desenvolvimento sustentável e responsável.”
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UBRAFE organiza Missão Inovação China para conectar executivos do setor ao mercado global de feiras

Com a proposta de aproximar o mercado nacional de feiras e eventos corporativos das principais inovações do setor no cenário internacional, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) realizará, entre os dias 14 e 22 de novembro de 2026, a Missão Inovação China. A iniciativa prevê uma imersão técnica de sete dias voltada aos associados da entidade, com um roteiro que inclui passagens por centros de exposições de grande porte, empresas de tecnologia e fornecedores da indústria de eventos global.
A escolha da China como destino fundamenta-se na infraestrutura e nos recursos tecnológicos desenvolvidos pelo país para a realização de grandes encontros de negócios. O itinerário concentra-se na região entre Guangzhou e Shenzhen, polo produtivo e tecnológico que reúne fabricantes e prestadores de serviços para o setor. O programa foi estruturado para profissionais do segmento corporativo, abrangendo visitas técnicas, sessões de networking e reuniões institucionais.
A agenda do grupo inclui visitas a sete centros de convenções e exposições de grande porte, além de reuniões de trabalho com nove empresas desenvolvedoras de soluções para feiras de negócios, quatro entidades representativas do setor e uma promotora de eventos local. A delegação brasileira também integrará a programação do Glocal International Exhibition Industry Summit, em Guangzhou, fórum focado no relacionamento entre lideranças e executivos da indústria internacional.
A ação faz parte da estratégia da UBRAFE para incentivar a atualização técnica e a modernização do mercado brasileiro de feiras e eventos de negócios, estimulando o intercâmbio de conhecimentos e a adoção de novas tecnologias operacionais.
“A inovação deixou de ser um diferencial para se tornar um fator estratégico para a competitividade das feiras e eventos. Ao promover essa missão, a UBRAFE oferece aos seus associados a oportunidade de conhecer, na prática, soluções, modelos de gestão e tecnologias que estão redefinindo o futuro do setor em todo o mundo e ampliando muito a eficiência das ações de Live Marketing“, comenta Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A participação no projeto é voltada exclusivamente aos associados da entidade, com a limitação de uma vaga por empresa para assegurar o caráter focado do grupo de tomadores de decisão. Além do acesso às agendas técnicas e aos encontros institucionais com organizações chinesas, o pacote da missão contempla hospedagem, transporte interno e serviço de tradução em português durante toda a programação.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.








