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Casas Bahia lança CB como primeiro personagem streamer gamer do metaverso

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O CB, influenciador virtual da Casas Bahia, anuncia oficialmente sua estreia como streamer. O personagem estreia como streamer gamer do metaverso e, além de realizar transmissões ao vivo com muita gameplay, irá interagir com o chat, usando uma tecnologia exclusiva desenvolvida para o projeto, que é liderado e produzido por uma parceria entre as empresas Via, Meta e 3C. A ação da marca, que já faz parte do universo gamer, busca consolidar ainda mais sua presença, trazendo mais personalidade ao CB e transformando ele num típico jovem brasileiro, apaixonado por games e parte integrante da comunidade. A estreia do CB como streamer será transmitida em seu perfil no Facebook Gaming, hoje, a partir das 19h.

De acordo com Flávia Laginha, gerente executiva de Marketing e Social Media da Via, ter o CB como streamer é um marco na estratégia da Casas Bahia. “Desde que anunciamos Nobru como Head Criativo de Games da Casas Bahia, temos criado em conjunto ações para conectar o CB e a marca ao universo de games. E nada melhor do que transformar o CB no primeiro personagem streamer gamer do metaverso para tangibilizar de vez essa presença”.

E para marcar sua estreia nas streams, o CB aceitou o convite do Nobru para jogar um mapa aberto dentro do Free Fire, que são as partidas clássicas de sobrevivência. Para Nobru, ajudar seu “parceiro” neste início será muito divertido: “Quando comecei a trabalhar com a Casas Bahia e tive contato com o CB, que está sempre presente nas postagens, interagindo com a gente em fotos e tudo o mais, comecei a imaginar como seria se a gente conseguisse trazer ele pra jogar com a gente numa live. O que nasceu como uma ideia maluca, acabou se tornando realidade. Mais que tecnologia e inovação, a gente tá revolucionando a presença da marca dentro do universo de games, trazendo ele pro nosso metaverso e tô ganhando mais um amigo pra trombar nas minhas lives”.

A estratégia e execução do projeto foi realizada em parceria entre a Meta e a 3C Gaming, que acompanha a Casas Bahia desde a entrada neste território, através de sua parceria com o Fluxo e o Nobru. Segundo Paulo Aguiar, CCO da 3C Gaming, atualmente os influenciadores digitais são mais do que uma tendência e já se tornaram uma realidade para o mercado, com novas formas de comunicar e aproximar o público: “Nós buscamos uma forma inovadora de falar diretamente com comunidade. Já que as streams se tornaram uma das formas mais genuínas da audiência para se conectar com seus games favoritos e as personalidades de cada jogo, trazer o CB fazendo suas próprias lives é uma forma de conectar a marca diretamente com todo cenário gamer, colocando o influenciador digital para participar com outros nomes do cenário, como Nobru, Cerol e outros”.

Daniel Bottas, estrategista do Creative Shop da Meta, comenta: “na Meta, acreditamos que o metaverso será a próxima plataforma computacional e será construído nos próximos anos. É incrível ver marcas investindo em ideias criativas como o CB e explorando o Metaverso junto com a gente. Estamos focados em construir pontes dos nossos aplicativos para experiências virtuais mais imersivas no metaverso no futuro.”

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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

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Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.

A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.

A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.

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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

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A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.

Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.

O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.

A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.

A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.

A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.

Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.

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