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Carreta Furacão passa no Drive-Tudo em nova campanha do Méqui

Para reforçar a conveniência das mudanças do serviço de Drive-Thru, Méqui convida o famoso grupo para estrelar “Carreta Furacão sem Carreta”
O Drive-Tudo do McDonald’s, serviço de Drive-Thru que aceita vários meios de transporte alternativos, ganhou uma visita especial na nova campanha da marca, a do grupo Carreta Furacão. Criada pela agência Galeria, a comunicação convida os consumidores a passarem no local usando bikes, skates, patins e o que eles desejarem.
No principal filme da campanha, os personagens icônicos do Carreta Furacão aparecem usando sua carreta para ir até um restaurante. Ao repararem que o Drive-Thru agora é Drive-Tudo, os integrantes do grupo decidem inovar e pegam meios de transporte alternativos para saborearem um Momento Méqui.
Além do filme, o McDonald’s oferecerá benefícios para seus consumidores engajados. No dia 04 de outubro (segunda-feira), quem passar no Drive-Tudo sem carro e comprar uma McOferta, levará uma McFritas Média extra para matar a Fome de Méqui. No app do Méqui também será possível resgatar cupons especiais de descontos que serão nomeados como “Cuponzeta Furacão”.
A lista de restaurantes participantes da ação estará no site do Méqui para consulta a partir de 01 de outubro.
Ficha Técnica
Título: Sem Carreta
Duração: 30″
Cliente: Arcos Dourados Comércio de Alimentos SA.
Produto: Drive Thru
Agência: Galeria
Direção Geral de Criação: Rafael Urenha
Direção Executiva de Criação: Carlos Schleder
Direção de Criação: Phil Daijó e Guzera
Supervisor de Criação: Rodrigo Porto
Criação: Gabo Moraes, Luan Alves, Matheus Franzoni
Atendimento: Mariana Magalhães, Paula Salvarani, Taís Boaventura, Larissa Gama
Aprovação McDonald’s: João Branco, Ana Paula de Nóbrega, Bruna Rocha
Mídia: Paulo Ilha, Kaline Lessio, Junior Freitas, Guilherme Pereira, Mariana Salgado, Thalita Santos, Kaique Souza
Planejamento: Fernanda Miné, Thiago Frias, Sabrina Santos
Engajamento e Influência: Patricia Capuchinho, Didi Blanco, Aline Paz
Projetos: Yarha Costa
RTV: Ducha Lopes, Fabio Truci, Matheus Gomes,
Produtora: Not So Impossible
Diretor: Giancarlo Barone e Paulo Blassioli
Diretor Fotografia: Leonardo Kawabe
Atendimento: Tina Carlos
Produção Executiva: Marcos Viana e Paulo Blassioli
Pós Produção: Not So Impossible
Produtora de Áudio: Lucha Libre Audio
Direção Musical: Paulinho Corcione e Danilo Barbalaco
Coordenação de Produção: Thassio Palanca e Letícia Oliveira
Finalização de Áudio: Thassio Palanca
Executivo/Atendimento: Thais Urenha
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








