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Canon comemora marca de 150 milhões de lentes produzidas

A Canon, líder mundial em desenvolvimento de soluções de imagem digital, anuncia que atingiu a marca de 150 milhões de lentes intercambiáveis RF e EF1 fabricadas. O número foi conquistado em janeiro deste ano com a produção da lente RF 70-200mm F2.8 L IS USM (lançada em novembro de 2019).
A Canon começou a produzir lentes em 1987 na Fábrica Utsunomiya. Com o sucesso em vendas e aumento do consumo, a multinacional expandiu sua produção para um total de quatro fábricas.
A produção de lentes EF chegou à marca de 10 milhões de unidades produzidas em 1995. Em 2009, ultrapassou o limite de 50 milhões. Em abril de 2014, a Canon celebrou sua primeira conquista mundial por ter fabricado 100 milhões de lentes intercambiáveis, e agora, estabelecendo um novo recorde mundial, a empresa japonesa fabricou sua 150ª milionésima lente em janeiro de 2021. Colocadas de ponta a ponta2, todas as lentes RF e EF que a Canon fabricou até agora mediriam aproximadamente 12.450 km de comprimento — algo quase equivalente ao diâmetro da Terra, que mede aproximadamente 12.742 km.
As lentes EF, lançadas em março de 1987, juntamente com o sistema de câmeras EOS SLR, continuaram a evoluir desde sua criação, liderando o mercado por causa das tecnologias inovadoras, incluindo as primeiras3 do mundo com o Motor Ultrassônico (USM), a tecnologia Image Stabilizer (IS) e um elemento óptico Difrativo Multicamada (DO).
Em 2018, a Canon inseriu o sistema EOS R e as lentes da série RF, que elevam a qualidade do produto. Hoje, a extensa linha de lentes RF e EF é composta por 118 modelos4, possibilitando que os usuários criem de diversas formas. Além disso, graças ao suporte fornecido por sua rica linha de lentes, a Canon mantém a participação de mercado nº 1 para câmeras de lentes intercambiáveis digitais desde 2003 (17 anos5),
A Canon continuará aprimorando suas tecnologias de imagem centradas em sua linha de lentes RF e EF, esforçando-se para atender às diferentes necessidades dos fotógrafos — de usuários iniciantes a amadores e profissionais avançados — ao mesmo tempo em que contribui para expandir a cultura fotográfica e de imagens de vídeo.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos








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