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Campanha “Swift vai dar um jeito” mostra a versatilidade que o consumidor pode ter para as comemorações do Réveillon

A Swift, marca reconhecida por oferecer variedade e qualidade, escalou alguns colaboradores para estrelarem o filme focado nas comemorações de Ano Novo. Com o conceito “Swift vai dar um jeito”, o vídeo será veiculado até o dia 31 de dezembro, em TV aberta para todo o país.
Com um jingle marcante e animado, o filme mostra que as comemorações de Réveillon podem ser feitas com um churrasco e que os especialistas da marca podem “dar um jeito” para que o consumidor encontre o produto ideal para essa virada de ano, com o atendimento atencioso, característico da Swift. Com o objetivo de tornar essa comemoração muito mais prática e saborosa, a campanha reforça o variado portfólio composto por cerca de 450 produtos tem a opção certa para todos os tipos e tamanhos de encontros. Para o churrasco, o filme destaca picanha, maminha, costela, linguiça, queijo coalho, pão de alho e muito mais.
“Evidenciar a qualidade e variedade da Swift para as comemorações do Ano Novo é importante para a marca, já que temos um portfólio muito variado e prático. Também sabemos que esta época do ano as pessoas querem comemorar esse momento de forma descontraída e descomplicada. O churrasco é perfeito neste contexto e a Swift tem a solução para quaisquer que sejam os gostos dos convidados”, explica Marcos Carvalho, Diretor de Marketing da Swift.
Criada pela Agência DDAO, possui 30 segundos e será exibido em TV aberta – SBT e Band, além de forte campanha no digital, Instagram, Facebook e YouTube da Swift.
Agência: DDAO
Cliente: SWIFT
Produto: Fim de ano
Diretor de Criação: Rica Domingues
Head de Criação: Min Park
Head de Atendimento: Bruna Vagliengo
Atendimento: Camila Soares
Produtora: PA6
Direção: Rodrigo Moreira
Produção executiva: Roger Nunes
Coordenador de produção: Burza
Direção de fotografia: Rodrigo Moreira
Atendimento: Roger Nunes
Produtor: Simpson
Assistência de direção: Hemily Mourão
Direção de arte: Vera Oliveira
Make e hair: Adriana Gonçalves
Coreografa: Roberta Farias
Som direto: Paulo Roberto
Figurinista: Silvana Abreu
Produtora de Casting: PHM
Coordenação de pós: Roger Nunes
Montador: Diogo Ekizian / Raul Santos
Motion: Raul Santos
Colorista: Ely Santos
Produtora de Som: GPS Produções
Direção Musical: PC Bernades=
Produtora de Qualy: Foodfilmes
Direção: Thiago Occiuzzi
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








