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Camilla de Lucas se une a Vult para representar a mulher periférica

Em parceria com a Vult, Camilla chega para celebrar a beleza da mulher brasileira e aprofundar o diálogo da marca com as temáticas raciais
Para se aproximar ainda mais da mulher periférica, Vult convidou a ex-bbb e influenciadora digital Camilla de Lucas para se tornar a nova estrela da marca. A parceria já começa com uma campanha da empresa protagonizada por Camilla e que começa a partir de julho. A parceria pretende reforçar as iniciativas sociais da marca em comunidades periféricas.
Desde 2020, Vult tem dado ênfase aos movimentos do novo cenário em que a mulher brasileira, principalmente, a mulher negra, está inserida. O objetivo tem sido aprofundar temáticas raciais e sociais presentes em nossa sociedade e principalmente, no dia a dia da mulher periférica brasileira, celebrando o orgulho e a trajetória de sucesso e conquistas dessas consumidoras da marca.
“Estou muito ansiosa para esse trabalho, venho há anos dando dicas para meu público sobre make e é um universo que amo demais! Acredito na Vult e na sua trajetória, sou cliente da marca há algum tempo, e estou aqui porque acredito nessa mensagem que queremos transmitir. Entendi o movimento da Vult em compreender a necessidade e a importância de querer falar com mulheres como eu. São pessoas que vieram da periferia, que conseguiram uma ascensão, e que hoje estão se realizando, seja na vida pessoal ou profissional”, diz Camilla de Lucas, o novo nome de Vult.
Iniciativas sociais
Além das campanhas e lançamentos de produtos, a marca também fortalece seus projetos sociais e parcerias de longa data como a que tem com a ONG Gerando Falcões, em que oferece cursos gratuitos de capacitação profissional de manicure e maquiador. Outra iniciativa da marca é o novo contrato firmado com o Digital Favela, um coletivo que reúne influenciadores digitais de favelas e comunidades de todo o Brasil para criação de conteúdos para redes sociais.
“Vult quer ser a aliada das mulheres nas suas trajetórias de vida, de conquistas em questões sociais, de raça e de beleza que cada uma traz consigo. E a Camilla está neste momento, na sua melhor fase de vida, presente em universos que jamais imaginou estar. Porém, ela não esquece suas origens. E a maquiagem é uma ferramenta nessa reafirmação, de posicionamento e de celebração da beleza”, afirma Raquel Abdala, Gerente de Comunicação de Vult.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







