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Camila Bernardinelli assume a posição de head de marketing da b2finance

Uma boa estratégia de marketing é capaz de alavancar qualquer empresa no mercado. Cada ação deve ser minuciosamente planejada, atendendo as demandas dos clientes e os objetivos das companhias. Essa é a grande aposta da b2finance, empresa de BPO SAP Partner, ao anunciar a contratação de Camila Bernardinelli, como sua nova Head de Marketing.
Com mais de 20 anos de carreira, Camila passou por renomadas empresas nacionais e multinacionais – entre elas, a Vodafone, Datora, Telium e Resolvii. Boa parte das empresas da sua trajetória profissional são do setor de tecnologia, segmento pelo qual ela se diz apaixonada. Seu diferencial é a atuação holística na área, tendo, inclusive, estruturado departamentos de marketing ao longo de sua trajetória. “Sempre me preocupei em ter um olhar 360 graus para todo o negócio. Aliás, esse é o princípio que acredito ser indispensável para o trabalho no marketing”, afirma.
Não há dúvidas do poder e importância do marketing para o crescimento de qualquer negócio. Mas, nem sempre ele é desenvolvido de forma apropriada. “Muitos acabam elaborando ações mirabolantes para vendas e na verdade é mais simples do que parece. Acredito que o marketing deve andar junto com a área comercial, trabalhando os dados que possuem para alcançar as metas estipuladas, mapeando resultados e elevando a marca a um patamar de credibilidade e reconhecimento”, defende Camila.
Esse, inclusive, foi o principal motivo que a levou a entrar para o time da b2finance. “Estamos investindo fortemente para termos uma área estratégica de marketing, a fim de conquistarmos destaque na nossa área de atuação. Estamos crescendo muito e queremos que o mercado saiba disso”, compartilha Renato Halt, cofundador da companhia.
O desafio é grande, mas o potencial da empresa também é enorme. Com uma audaciosa jornada pela frente, a expectativa da nova Head de Marketing é demonstrar todo o potencial da empresa. “Me encantei logo de cara pelo portfólio que a b2finance construiu. Estou muito feliz em fazer parte do crescimento da empresa e trabalhar para colocá-la no lugar de destaque que ela merece”, finaliza Camila.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








