Empresa
Camarote Salvador cria mundo mágico e sensorial para o Carnaval de 2026 Ativações e elementos especiais vão guiar os foliões dur

O “Camarote Salvador” vai se transformar em um verdadeiro portal para um mundo mágico em 2026. Com o conceito “Todos os Encantos”, baseado na ideia de escapismo, o evento promete envolver os foliões com experiências sensoriais através de uma narrativa que mescla a fantasia e realidade em todos os detalhes. De 12 a 17 de fevereiro, no final do Circuito Barra-Ondina, o público vai poder atravessar as esferas e mergulhar em um universo místico, que vai muito além da música.
Segundo Luciana Villas Boas, diretora executiva da Premium Entretenimento – produtora da festa –, o evento vai transformar o real em extraordinário. “O Camarote Salvador é conhecido por oferecer uma experiência única a quem escolhe curtir a festa e aproveitar tudo que ela tem a oferecer. Mas, no próximo ano, vamos entregar uma vivência que começa no momento em que o folião entra em nosso espaço e se desenvolve até ele sair. O trabalho será voltado para gerar uma atmosfera onírica, de sonhos e magia, e criar memórias inesquecíveis”, afirma.
A construção do enredo liga diretamente o conceito aos ambientes e será apresentada por um Oráculo Encantado, que vai guiar quem entra no Camarote Salvador. Representado por cartas de um baralho com diferentes cores vibrantes e estampa, ele ganha vida por meio de sete personagens – pilares fundamentais nesta nova dimensão, que transportam para uma jornada inédita ativando os sentidos.
Cada personagem vai ativar, de diferentes formas, uma área diferente dos mais de 12 mil m² do local da festa. A “Cartomante dos Destinos”, por exemplo, dá início à jornada, desperta os sentidos e guia os foliões para todos os encantos que estão por vir no Espaço Zen, enquanto o “Guitarrista Eletrizado” sintoniza a alma e energiza toda a estrutura no Palco Praia.
O “Percussionista Hipnótico” ativa o corpo por meio de uma pulsação única no Salvador Club, e o “Sacerdote da Fubica” reconecta às raízes, ativando a memória coletiva da folia nos dois mirantes. Já o “Alquimista dos Desejos” harmoniza os cinco sentidos, criando conexões profundas no Espaço Gourmet, enquanto o “Portal de Todos os Encantos” é por onde se entra, de fato, no universo dos encantos, ficando no corredor. Por último, o “Mestre do Cortejo” une todos os personagens e ativa o encerramento do ciclo no hall principal.
Toda a jornada será revelada de forma interligada, seja na cenografia de cada área, nas ativações especiais, nos serviços premium ou nas apresentações artísticas. Assim, cada folião conseguirá experimentar as diferentes sensações provocadas de forma individual e coletiva, em sintonia com o momento de celebração e a energia única do Carnaval da Bahia.
Empresa
TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
Empresa
Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








