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Caloi e Playmobil realizam ação conjunta sobre o “brincar” em família dentro de casa

Filme para as redes sociais também conscientiza as pessoas sobre o isolamento social
Caloi e Playmobil, marcas que são referência em seus mercados e que há décadas incentivam crianças e pais a brincarem juntos, se uniram para falar sobre a reconexão entre pais e filhos no período de isolamento social através da criatividade e da imaginação. Além disso, a ação chama a atenção da importância do ficar em casa nesse momento de crise mundial devido à pandemia do novo coronavírus.
De forma lúdica e com a ajuda do filho, o fotógrafo Fábio Piva, especialista no universo de bicicletas, tirou fotos sequenciais da história de um pai de família que, ao andar de bicicleta na rua, tem seu comportamento reprovado por diversos profissionais que só estão fora de casa porque seus trabalhos são essenciais.
“Nesse momento mais em casa, sempre próximo do meu filho Gabriel Piva, de 10 anos, tive a ideia de tirar fotos dos brinquedos dele. Então a Caloi me procurou dizendo que estava gostando da brincadeira e aí surgiu a Playmobil, que é um brinquedo que meu filho ama. Logo pensamos nesse roteiro educativo que também tem uma mensagem positiva para as pessoas, que é o brincar em família”, disse Fábio.
Tanto a Caloi quanto a Playmobil, que no Brasil é licenciada oficialmente pela Sunny Brinquedos, vão utilizar o filme em suas plataformas digitais. As empresas entendem que esse é o momento de união das pessoas, famílias e marcas, em prol de uma causa maior.
“Ficamos muito felizes em receber esse convite e, mais ainda, em poder fazer parte de uma iniciativa tão bacana. Embora o momento seja de muito cuidado e paciência, acreditamos que ele também veio para nos mostrar o quão importante é a força da união entre as pessoas e estar ao lado de quem amamos, seja contando uma história por meio dos bonecos ou simplesmente aproveitando o tempo para ressignificar nossas relações”, diz Sharon Czitrom, Diretora de Marketing da Sunny Brinquedos.
“O filme também reforça conexões familiares que muitas vezes são deixadas de lado na vida corrida das pessoas, como os pais que estão redescobrindo como brincar com os filhos, além do uso da imaginação como escapismo em situações adversas. São coisas simples, mas que nos conectam e nos tornam humanos. A bicicleta também é um conector de pessoas e de gerações”, diz Vitor Borba, Gerente de Marketing Institucional da Caloi. “Muitos de nós estamos com saudade do ventinho no rosto, seja para caminhar, correr ou pedalar, mas neste momento precisamos nos unir e seguir as orientações dos órgãos de saúde. Bicicleta é e sempre será uma excelente alternativa de mobilidade, ainda mais neste momento onde trabalhadores de serviços essenciais precisam se locomover e evitar aglomerações ao mesmo tempo, mas estamos juntos nesse esforço de pedir que as pessoas fiquem em casa e saiam somente em casos essenciais mesmo”, completa o executivo.
Confira no link abaixo o filme que uniu as duas marcas, uma parceria inédita entre Caloi e Playmobil.
https://www.instagram.com/p/B_fN-SOlblF
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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