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Buser oferece viagens gratuitas para o fim da pandemia

Com operações pausadas, ‘App do Ônibus’ lança campanha digital “Saudade de Você”
Mesmo com suas operações e atividades pausadas temporariamente devido à pandemia do coronavírus, a Buser – plataforma online de fretamento colaborativo – está oferecendo viagens gratuitas, aos seus usuários, para o fim da quarentena. A ação faz parte da recém lançada campanha ‘Saudade de Você’.
A ideia é que no fim da quarentena os viajantes possam matar a saudade de seus amigos e familiares. Quem entra no site da Buser agora, preenche um formulário simples informando o número do celular e e-mail para poder ganhar uma viagem de graça, quando a operação for normalizada. Para isso, a Buser entrará em contato por email ou telefone com quem se cadastrou para avisar do retorno das operações e disponibilidade de reserva da viagem gratuita.
Outro destaque da campanha vai para a ativação de grandes influenciadores digitais que irão gravar vídeos com a hashtag #SaudadeDeVocê. Um dos participantes da ação é o DJ, cantor e produtor Pedro Sampaio que fez uma live no YouTube, com o patrocínio exclusivo da Buser no dia 9 de abril, com mais de 6 milhões de visualizações. Pedro iniciou sua carreira recentemente e hoje acumula fãs por todo Brasil. Só no Spotify, ele possui 6 milhões de ouvintes mensais. Além dele, participaram também as influenciadoras Rachel Apollonio, Thaylise Pivato e Pâmela Drudi.
Para o CMO da startup, Gui Monteiro, é importante manter algumas ações estratégicas, incentivando os viajantes no final deste período com uma mensagem afetiva para que todos possam rever pessoas queridas no fim da pandemia. “O setor de viagens é um dos mais afetados pela pandemia do coronavírus, mas isso não significa que precisemos parar de interagir com nosso público e com nossos fãs. Por isso, a campanha Saudade de Você tenta incentivar e confortar os viajantes com a mensagem de que poderemos visitar nossos familiares e amigos no final da quarentena”, explica Monteiro.
Serviço
Para garantir sua viagem gratuita: no site da Buser http://www.buser.com.br
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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