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Burguer King lança campanha que retrata as contradições que invadem a mente humana em tempos de pandemia

Estamos trabalhando em casa ou vivendo no trabalho? Podemos, realmente, adquirir novas aptidões fazendo aulas online? A partir de contradições como essas, o Burger King anuncia, hoje (26), o lançamento da campanha Confusing Times, desenvolvida pela David Madrid e pelo renomado diretor Juan Cabral. O filme retrata as perguntas, confusões e ironias que permeiam a mente humana em tempos antagônicos, como o que a população tem enfrentado em meio a pandemia do Covid-19. A narrativa da campanha traz uma abordagem forte e icônica ao Whopper de Plantas, sanduíche da rede que carrega a dubiedade em sua existência: um hambúrguer feito 100% a base plantas, mas com o mesmo sabor do Whopper, que é feito 100% de carne bovina.
Confusing Times conta a história de oito pessoas que, assim como a maior parte da população mundial, têm enfrentado momentos confusos e de pequenas contradições cotidianas, afloradas especialmente pelo cenário pandêmico. A dubiedade explorada faz referência ao mix de sentimentos causados pelo distanciamento social e as aflições diárias. Uma das narrativas contadas é a de Davi, que acaba de comprar um livro sobre aquecimento global, mas ele vem embalado por plástico (?); outra situação inusitada é a de Carlos. Ele aprendeu que deve espirrar na parte interna dos cotovelos, mas, hoje, todas as pessoas se cumprimentam com os cotovelos (?). Ao final, o vídeo mostra justamente o protagonista da campanha, o Whopper de Plantas, que tem gosto de Whopper, mas é feito de plantas (?). Ou seja, além de proporcionar reflexão, o Burger King coloca em prática, novamente, o seu característico olhar disruptivo.
O Whopper de Plantas é um hambúrguer 100% vegetal, grelhado no fogo como churrasco, com sabor, cheiro e textura de carne, que vem revolucionando o mercado de fast-food. A proposta do sanduíche é impactar um público abrangente: que não necessariamente é vegetariano, mas quer diminuir o consumo de carne, mas não cortá-la totalmente do seu cardápio.
“A nossa identidade de marca tem como característica trazer comunicações que mexam com a mente das pessoas. Temos um DNA disruptivo e, para tornar as nossas campanhas ainda mais assertivas, utilizamos o factual como um ativo e, consequentemente, criamos conexões mais profundas com o público que se enxerga nessas situações. Apesar de ser um hambúrguer 100% vegetal, o Whopper de Plantas carrega os principais diferenciais de um Whopper, principalmente o sabor. Essa característica é tão irônica quanto todos os questionamentos que levantamos nesse filme e foi exatamente isso que buscamos exaltar”, afirma Ariel Grunkraut, CMTO do Burger King no Brasil.
Além do Brasil, Confusing Times vai ao ar em diferentes países, como EUA, Alemanha, Chile, Costa Rica, entre outros. A campanha conta com um filme principal e xx versões pocket, todas serão veiculadas nas redes sociais do Burger King BR.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








