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Budweiser apresenta projeto artístico que impede a demolição de quadras de basquete de rua pelo Brasil

As quadras de basquete de rua fazem parte da vida das pessoas. Elas estão nos bairros, nos centros, na infância e na juventude e, por isso, acabam se tornando mais do que um lugar para se jogar basquete. Mas se por um lado a quadra é sinônimo de lazer, cultura, música e senso de comunidade, ela também é um espaço altamente visado pelo mercado imobiliário. Afinal, são 420m2 de um terreno plano que poderia dar lugar para novos estacionamentos e prédios.
Infelizmente, quando uma quadra é destruída, não se perdem apenas 420 m2, mas toda a cultura que está a sua volta e, por isso, a Budweiser, parceira da NBA e uma das porta-vozes do basquete no Brasil, decidiu agir. A marca encontrou uma brecha na Lei de Tombamento Brasileira nº 25/1937, que diz: “um lugar de interesse público com valor artístico é considerado patrimônio público e não pode ser demolido”.
Intitulada “Quadras Indestrutíveis”, a iniciativa criada pela agência Africa contempla a realização de um projeto artístico, com relevância cultural ao local, em uma quadra de rua. Com o projeto realizado, é possível entrar com um pedido de tombamento*. Para isso, a Budweiser resumiu o processo em cinco passos, descritos no site Quadras Indestrutíveis : 1) Escolha uma quadra pública de basquete; 2) Encontre um tópico relevante para a cultura local; 3) Selecione um artista; 4) Budweiser conecta o artista, a quadra e você; 5) Entre com o pedido de tombamento.
“Esse é um projeto extremamente relevante, que dá poder para as pessoas exigirem o que é delas por lei. Cada dia que passa é mais comum vermos quadras abandonadas, sem cuidado ou iluminação. As pessoas não merecem esse descaso, elas merecem cultura e lazer,” comenta André Mota, gerente de estratégia da marca Budweiser na Ambev.
O projeto piloto, realizado com sucesso em uma quadra em Natal, RN, mostrou o potencial de transformação da iniciativa. A Budweiser convidou um artista local, que criou uma arte homenageando um dos principais jogadores brasileiros de basquete, também nascido na cidade, Oscar Schmidt. Após a realização da obra, o pedido de tombamento foi feito e levado para o secretário de cultura junto ao prefeito. Hoje, a quadra já é considerada um patrimônio cultural e não pode ser demolida. Daqui em diante, ela servirá apenas para lazer, entretenimento, cultura e até como ponto turístico na cidade.
Pelo site, já foram registradas cerca de 16 quadras, que agora estão no processo para receberem um artista e serem transformadas. Na Mooca, tradicional bairro da cidade de São Paulo, SP, uma quadra acaba de ser finalizada.
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Apro+Som fortalece atuação em direitos autorais, internacionalização e regulamentação da produção sonora nacional

O setor audiovisual brasileiro vivencia um paradoxo histórico: embora o som represente metade da experiência de qualquer obra, sua produção ainda busca equivalência institucional, econômica e criativa em relação à imagem. Para transformar o reconhecimento do áudio em novas oportunidades de negócios, remuneração e projeção internacional, a Associação Brasileira das Produtoras de Som (Apro+Som), sob a liderança de sua presidente Bia Ambrogi, tem intensificado sua agenda de ações e articulações institucionais.
À frente da entidade desde 2022, Ambrogi vem liderando diálogos estratégicos com o poder público e entidades do setor. Uma das frentes prioritárias é a viabilização da arrecadação de direitos autorais e patrimoniais pela execução pública de obras sonoras na publicidade. A partir de conversas com a Secretaria de Direito Autoral e Intelectual, a entidade identificou a inexistência de impedimentos legais para essa cobrança, iniciando a estruturação do modelo junto às entidades de gestão coletiva.
“A possibilidade de arrecadação pode criar uma nova fonte de remuneração para autores e profissionais envolvidos na produção sonora e, ao mesmo tempo, reforçar o reconhecimento do valor econômico do áudio dentro da cadeia audiovisual. Durante muito tempo, ele foi tratado como complemento da imagem, quando, na verdade, são duas linguagens que se unen para formar uma obra. Nosso trabalho é fazer o mercado reconhecer, valorizar e remunerar essa metade”, afirma Bia Ambrogi.
No âmbito internacional, a associação estrutura a iniciativa Áudio Brasil, voltada à exportação da produção sonora nacional em parceria com ApexBrasil e Sebrae. A entidade também integra o movimento Brasil para o Mundo (BPOM), do qual Ambrogi é cofundadora, com foco na geração de negócios e contratos internacionais para a economia criativa. No ambiente de premiações globais, a presidente destaca como avanço a inclusão, na edição de 2026 do festival El Ojo de Iberoamérica, da categoria dedicada à melhor produtora de áudio e som da região.
A atuação abrange ainda frentes legislativas no Congresso Nacional. A Apro+Som acompanha o Projeto de Lei 1.776/2025, conhecido como “Pague em 15”, que propõe o teto de 15 dias corridos para pagamentos de contratos de até R$ 200 mil no setor criativo, e participa ativamente da Frente IA Responsável nos debates sobre o Projeto de Lei 2.338/2023, defendendo a transparência, o consentimento e a remuneração pelo uso de obras no treinamento de ferramentas de inteligência artificial.
Para os próximos anos, o plano de trabalho da entidade prevê a criação de uma base de dados consolidada da produção sonora brasileira, a implementação de guias de boas práticas e a realização do primeiro Fórum de Produção Sonora.
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Bradesco estreia patrocínio no SP Open 2026 com espaço de relacionamento e ativações interativas

O Bradesco faz sua estreia como patrocinador do SP Open 2026 e apresenta ao público uma série de ações interativas em sua estrutura dedicada no evento. Durante o torneio, que ocorre entre os dias 12 e 20 de setembro no Parque Villa-Lobos, em São Paulo, o banco disponibiliza um espaço voltado a ativações, relacionamento e convivência com os torcedores e visitantes.
Entre as atrações preparadas pela instituição financeira está o Match Point, um desafio de precisão no qual os participantes utilizam raquetes e bolas para atingir alvos em um tempo pré-determinado. Ao término da dinâmica, os praticantes recebem brindes temáticos, como chaveiros e acessórios para equipamentos de tênis. A estrutura do espaço foi planejada para atender aproximadamente 300 pessoas por dia.
A programação inclui também o Plinko “A bola da vez”. Na atividade, o público solta uma bola de tênis em um painel vertical e conquista brindes ou benefícios imediatos a depender do compartimento em que o objeto afunda. Para os clientes da categoria Bradesco Principal, o jogo conta com uma regra diferenciada que concede duas tentativas por participante.
O local dispõe ainda de um lounge projetado para funcionar como ponto de descanso e convivência. O ambiente foi equipado com assentos e pontos de energia para o carregamento de dispositivos móveis durante o período de realização dos jogos.
A entrada no SP Open marca a ampliação da presença do banco no segmento esportivo, integrando uma estratégia focada na criação de pontos de contato e experiências com os espectadores para além das partidas em quadra.








