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Brasil recebe fórum especial Global Social Business Summit

O Global Social Business Summit, evento internacional organizado pelo Yunus Centre e o Grameen Creative Lab, e liderado pelo Nobel da Paz, Muhammad Yunus, é uma celebração que reúne diversos entusiastas e praticantes dos conceitos de negócios sociais e de impacto, que acontecerá globalmente entre os dias 6 e 10 de novembro. Pela primeira vez, o Brasil ganhará um Fórum especial do evento, que será gratuito e acontecerá online no dia 9 de novembro, a partir das 13h45.
O objetivo é dialogar, compartilhar ideias, e movimentar o ecossistema de inovação de impacto. Este ano, o tema global é “Plantando as sementes para uma nova economia: a hora é agora!”, se concentrando na construção de uma economia reformada e que prospera com a existência de negócios sociais e sustentáveis em todo o mundo. O Fórum Brasil trará um panorama sobre o movimento liderado pelo Professor Muhammad Yunus “o mundo dos três zeros”: um mundo sem pobreza, sem desemprego e sem emissões de carbono, tema também abordado em seu último livro A World of Three Zeros: The New Economics of Zero Poverty, Zero Unemployment and Zero Net Carbon Emissions. Esse conceito propõe os negócios sociais como ferramenta principal para a regeneração do mundo que conhecemos. “Muito se fala em ESG, mas como nós podemos liderar esse movimento? O que significa isso para a educação, para a economia, ou o meio ambiente? Temos que ter essa troca de experiências, levantar essas questões e irmos além do conceito”, afirma Tulio Notini, Diretor de Corporate da Yunus Negócios Sociais.
Os jovens como agentes transformadores e o papel dos negócios sociais na nova economia
O primeiro painel traz exemplos práticos de como os jovens estão assumindo o papel de agente de mudança na construção do mundo com o clube dos 3 zeros como catalisador, tendo como base a educação. Os convidados para debater o tema serão Guilhermina Abreu, da Embaixadores da Educação, e Carol da Riva, da Green School, abrindo o fórum brasileiro.
O painel “Zero Carbono” vai debater sobre a importância das iniciativas de combate à crise climática e geração de impacto ambiental positivo, com mediação de Fernanda Stefani, da 100% Amazônia, e participação de Rogério Cavalcante, founder e CEO da umgraoemeio e Francisco Vicente, Gestor de Portfólio da Yunus. O tema vem de encontro, inclusive, à COP26 e aos compromissos assumidos pelos países na diminuição de emissão de gases do efeito estufa, desmatamento e queimadas.
No painel “Zero Pobreza”, com a mediação de Thiago Vinicius, da Solano Trindade, e outros convidados, o tema central será a importância de se estabelecer um nova estrutura econômica e como, no Brasil, as iniciativas empreendedoras de base, descentralizadas, os próprios negócios sociais e outras iniciativas têm sido essenciais para aliviar a pobreza e fortalecer novos caminhos de acesso e igualdade.
Já o painel “Zero Desemprego”, sob a mediação de Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, vai abordar sobre a importância de fomentar o empreendedorismo no Brasil como solução para reduzir a pobreza. Para finalizar, Anna Aranha, Quintessa, Tomás de Lara, do Sistema B, e Hugo Bethlem, do Capitalismo Consciente e da Bravo GRC, vão trazer à mesa a discussão sobre o papel dos negócios sociais e de impacto na construção dessa nova economia, além de uma grande celebração para todos que estão buscando transformar o capitalismo e a maneira de se fazer negócios.
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Ubrafe defende Marco Regulatório de Eventos e aponta impacto econômico de R$ 30 bilhões no setor

A indústria brasileira de feiras e eventos corporativos, culturais e de entretenimento movimenta bilhões de reais anualmente, atrai milhões de visitantes e exerce um papel decisivo na macroeconomia, no turismo e na atração de investimentos. Com base nessa relevância, a União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (Ubrafe) reforça a urgência de avançar na tramitação e implementação do Marco Regulatório de Eventos (PL 1905/2026). A proposta legislativa busca estabelecer segurança jurídica, previsibilidade tributária e reconhecimento institucional a um segmento estratégico para o desenvolvimento do país.
De acordo com as lideranças do setor, as convenções e feiras não podem mais ser tratadas unicamente como ferramentas isoladas de marketing ou como alavancas para mitigar a sazonalidade da hotelaria. É o momento de analisar o ecossistema como uma indústria pesada de serviços que gera um efeito multiplicador na economia.
Para dimensionar o impacto financeiro do setor, a Ubrafe mapeou quatro grandes recortes da indústria que, juntos, injetam quase R$ 30 bilhões nas economias locais, ativando cadeias produtivas que englobam a malha de transportes, alimentação, comércio e serviços.
Se os grandes festivais e festas populares (B2C) destacam-se pela mobilização massiva em janelas curtas de tempo, o segmento focado em geração de negócios entre empresas (B2B) atua como um motor econômico contínuo. Em São Paulo, o calendário de feiras corporativas estende-se por cerca de 270 dias ao longo do ano, atraindo 8 milhões de executivos e compradores. Essa regularidade garante uma taxa de ocupação hoteleira perene, além de fomentar o networking, a prospecção de leads qualificados e a assinatura de contratos de longo prazo.
Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, defende que a amplitude do setor exige políticas públicas compatíveis com seu tamanho. “Os eventos, independentemente do formato, são vetores de desenvolvimento econômico, geração de emprego, promoção de destinos e fortalecimento de cadeias produtivas inteiras. Quando olhamos para esses números, fica evidente que o setor precisa ser tratado como atividade estratégica para o país, com regras mais claras, segurança jurídica e políticas públicas compatíveis com sua relevância.”
A consolidação do PL 1905/2026 é vista pela entidade como o passo definitivo para aumentar a competitividade internacional do Brasil na captação de grandes congressos globais. “Os eventos com foco na geração de negócios, ou B2B, em especial, têm um papel decisivo nesse debate porque combinam impacto econômico expressivo com regularidade ao longo do ano. É um impacto menos visível do que o de um grande festival, mas extremamente consistente e estratégico”, conclui Ventura.
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School of Rock e Galinha Pintadinha lançam acampamento musical de férias para o público infantil

A School of Rock, rede de escolas de música, e a Galinha Pintadinha, um dos maiores fenômenos do entretenimento infantil global, anunciaram uma parceria estratégica para o lançamento do Camp Musical Galinha Pintadinha. O programa de colônia de férias é voltado para crianças de 2 a 8 anos e combina musicalização infantil, oficinas de artes manuais e dinâmicas corporais, trazendo uma grade de atividades adaptada para o ritmo e as necessidades de cada faixa etária.
As atividades presenciais ocorrerão nas unidades da School of Rock em todo o país ao longo dos meses de julho e agosto de 2026, aproveitando o período do recesso escolar. O projeto pedagógico foi estruturado em três módulos específicos: uma imersão de três horas direcionada para bebês de 2 anos (acompanhados pelos responsáveis) e cronogramas de cinco dias consecutivos para as turmas de 3 a 5 anos e de 6 a 8 anos.
Durante a semana de atividades, as crianças terão a oportunidade de interagir de forma prática com uma grande variedade de instrumentos musicais, englobando desde itens de percussão e musicalização básica, como pandeiros e xilofones, até os instrumentos tradicionais de uma banda de rock, como guitarras, baterias e teclados. A programação inclui rodas cantadas que unem o cancioneiro popular às faixas de sucesso da Galinha Pintadinha, além de oficinas de artesanato focadas no desenvolvimento da coordenação motora fina e da percepção rítmica.
Paulo Portela, CEO da School of Rock, ressalta a sinergia institucional que motivou o projeto de live marketing educacional. “A parceria reúne duas marcas que têm a música como elemento central de suas atividades. Enquanto a Galinha Pintadinha faz parte do universo infantil por meio de canções e personagens conhecidos do público, a School of Rock desenvolve um método de ensino baseado na prática musical e na performance coletiva.”
O grande diferencial do acampamento de férias é a preparação de um pocket show de encerramento. Ao longo dos dias de imersão, os pequenos músicos ensaiam arranjos simplificados das canções da personagem para se apresentarem diante de seus pais e familiares no último dia do programa.
A performance coletiva coloca as crianças no papel de protagonistas da própria banda, utilizando os instrumentos explorados durante as oficinas. Mais do que celebrar o encerramento da colônia de férias, o minishow funciona como uma poderosa ferramenta de brand experience afetiva para as famílias, proporcionando aos participantes o primeiro contato com a dinâmica de uma apresentação musical em grupo e estimulando a autoconfiança e a socialização desde a primeira infância.








