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Bradesco une Jetsons e Flintstones em nova campanha

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Bradesco une Jetsons e Flintstones em nova campanha
Os Jetsons e Os Flintstones são os protagonistas da nova campanha do Bradesco, em crossover icônico na publicidade mundial. Com estreia  no intervalo do Jornal Nacional, o filme traz os personagens dos estúdios Hanna-Barbera (hoje Warner Bros) utilizando as soluções tecnológicas do banco, imprescindíveis para a segurança das pessoas no mundo de hoje e mostrando que a digitalização veio para ficar.
Com criação da Publicis, e sob a assinatura “Experimente o futuro.”, o filme se passa em um petshop – serviço considerado essencial e que segue aberto na pandemia – e mostra o encontro inesperado das famílias de George Jetson e Fred Flintstone no caixa da loja, fazendo um pagamento por aproximação. Espantado, George questiona se eles também estão no futuro e ouve de Fred que com um banco como o Bradesco, todos estão no futuro.

Em seguida, os personagens seguem utilizando a BIA, inteligência artificial do Bradesco, e fazem uma vídeochamada com uma gerente do banco – no filme anterior apresentado no gênero masculino. Os conhecidos amigos da família Flintstone, Barney e Betty Rubble, também estão presentes, ao som do tema “Meet the Flintstones”, ressaltando o forte apelo emocional e nostálgico da campanha.

“O Bradesco tem uma base de clientes diversa, com perfis e hábitos de consumo diferentes. O filme explora o quanto o banco está preparado para atender a todos, com experiências fluidas, segurança e conveniência”, comenta o diretor de Marketing do Bradesco, Márcio Parizotto.

“Falar de inovação nunca é simples, ainda mais para uma audiência ampla. Ao juntarmos os Jetsons e Flintstones, arquétipos reconhecidos e bem definidos de passado e futuro na mente do consumidor, conseguimos traduzir de forma leve como toda pessoa pode estar no futuro com o Bradesco”, explica o CCO da Publicis, Domenico Massareto.

Com produção da Vetor Zero, o novo filme de Bradesco é o terceiro estrelado pela família Jetsons para a marca e o primeiro com a participação dos Flintstones. Os dois grandes clássicos dos anos 60 são considerados por muitos os desenhos de maior sucesso da dupla Hanna-Barbera.

A primeira campanha realizada pelo Bradesco com os personagens futuristas foi ao ar em fevereiro de 2020. Já a segunda produção, lançada em outubro do ano passado, contou com a permissão do estúdio para adaptar os personagens ao momento de pandemia, inserindo elementos como máscara de proteção facial e uso de álcool em gel, para mostrar a importância de seguir os protocolos de saúde.

Nesta terceira fase, os elementos se mantêm, assim como a preocupação do banco em trazer representatividade para a campanha – além dos protagonistas originais dos dois desenhos, há novos personagens, trazendo mais diversidade ao elenco.

Dublagem

Na campanha, as vozes de Fred e George foram dubladas por profissionais que trabalharam nas produções originais. Nelson Machado fez sua primeira dublagem de Fred nos anos 90 e também é conhecido por ser a voz de Quico (do Chaves) e de Robin Williams. Já Orlando Viggiani dublou Elroy Jetson nos anos 60 e, nos anos 80, passou a interpretar George. Ele também foi a voz brasileira de Ryu da série Street Fighter e Marty McFly, da franquia De Volta para o Futuro.

Acessibilidade

A campanha também é acessível para pessoas com deficiência visual e auditiva. Em linha com o propósito do Bradesco de promover a inclusão, desde junho do ano passado todos os filmes publicitários têm versões com tradução em libras e legenda, além de audiodescrição, em uma playlist exclusiva no canal do Bradesco no YouTube. Dessa forma, o banco democratiza o acesso desse público ao conteúdo da marca.

Além do filme para TV aberta e fechada, a campanha prevê spots de rádio, anúncios de mídia impressa, inserções no YouTube, conteúdo para redes sociais e OOH.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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