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BR Mania inaugura loja conceito na temporada de inverno em Campos do Jordão

A BR Mania, rede de conveniência dos Postos Petrobras e marca licenciada à Vibra, escolheu uma temporada de inverno em Campos do Jordão para inaugurar sua primeira loja conceito. No meio ao clima aconchegante da Serra da Mantiqueira (SP), turistas e moradores ganham uma nova parada para incluir no roteiro da estação, um espaço que une conveniência, ambiente criativo e parcerias com marcas que elevam a experiência do cliente.
Uma unidade no formato padrão foi planejada para ser inaugurada no inverno e representa um movimento estratégico da Vibra de expansão da rede. O projeto impressiona pela experiência de marca: um envelopamento completo, desenvolvido em parceria com o Grupo Petrópolis, dona da linha premium de cerveja Black Princess e postos da Rede 28, que transformou o espaço em uma vitrine de estilo de vida e criatividade. A ambientação temática, com destaque para os rótulos da Black Princess, como o Puro Malte, convida os visitantes a vivenciarem a marca em um ambiente que inclui elementos instagramáveis e comunicação visual impactante.
A loja conceito reflete a evolução da BR Mania em sintonia com os novos hábitos de consumo, ao oferecer uma experiência cada vez mais completa, personalizada e alinhada às expectativas do consumidor moderno. Com um portfólio que reúne mais de 150 itens de marca própria, a rede aposta na diversidade e nas características da oferta de produtos, seja para uma pausa rápida ou uma parada mais prolongada. No local, os visitantes poderão experimentar delícias como chocolate quente, cafés, cappuccinos e outras bebidas cremosas.
“Em parceria com grandes marcas, criamos ambientes que vão além da conveniência, com identidade visual marcante e propostas inovadoras. Queremos que cada loja seja também um ponto de experiência — um espaço que surpreenda, convide e gere conexão com o consumidor. Afinal, é na BR Mania que o Brasil se todos encontram os dias”, destaca Mariana Santarém, vice-presidente de produtos e experiência do Cliente da Vibra.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








