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Bombril inicia 2024 com apoio a projetos culturais em São Paulo e na Bahia

A Bombril começa o ano de 2024 reforçando seu ideal de apoiar a cultura brasileira. A marca vai patrocinar eventos que fomentam arte e cultura em dois estados do país, durante celebrações emblemáticas.
No dia 25 de janeiro, quando completou 470 anos, São Paulo ganhou um presente especial. A quarta edição do projeto Conservação de Obras de Arte em Espaços Públicos – iniciativa da InfoArte, produtora cultural de Eduardo Lara, que conta com patrocínio da Bombril. Obras de arte de Renina Katz e Waldemar Zaidler, expostas na Estação Sé do Metrô de São Paulo; de Mário Fraga, na Estação Anhangabaú, e de Antônio Peticov, na Estação República, passarão por um minucioso processo de restauro e serão devolvidas à cidade de São Paulo em julho.
O anúncio e o início dos trabalhos ocorreu no aniversário da cidade. “A Bombril está presente em quase 100% dos lares brasileiros e é referência quando o assunto é limpeza. Não poderíamos ficar de fora de um projeto tão nobre, quanto o de conservar essas obras de arte, que são parte da nossa história”, conta Gustavo Amaral, diretor de marketing da Bombril. Essa não é a primeira vez que a Bombril participa do projeto de conservação de obras.
E com o verão esquentando o país, a Bahia também vai receber apoio da Bombril em uma prévia de Carnaval exclusiva, que será realizada no dia 30 de janeiro, no Museu de Arte Moderna (MAM), com shows da Banda EVA e de outras atrações que fazem parte da cultura baiana. O evento Alô Alô Folia vai antecipar o clima de Carnaval e reunir influenciadores, artistas e formadores de opinião para um sunset cheio de axé.
Todos os convidados irão receber um kit com os novos amaciantes concentrados Mon Bijou recém-lançados e com a nova linha de tira manchas, que também foi lançada há poucos meses. Além disso, a Bombril, que sempre está ao lado das pessoas quando o assunto é a rotina de cuidados, vai colocar seu bloco na rua e atuar com o time de limpeza, promovendo a higienização dos banheiros da festa, com sua linha de produtos (que inclui Bombril lã de aço, Kalipto, Limpol limpador multiuso, Sapólio, Pinho Bril e Pinho Bril Accept).
Para a Bombril, apoiar e promover essa diversidade é de extrema importância. “Esses são dois projetos culturais que caminham em universos distintos, mas que representam fortemente a nossa cultura, tanto nas artes quanto nas festas populares e suas prévias. Para a Bombril, apoiar e promover essa diversidade é de extrema importância, afinal, é uma marca que sempre fez parte da cultura e dos lares brasileiros”, finaliza Gustavo.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








