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BLINK ;) 2021: Discovery oferece workshop gratuito para profissionais de marketing e publicidade

Anualmente a Discovery promove o Blink que conta com um workshop ao mês para um grupo de profissionais selecionados. Em 2021 o projeto vai para sua 4ª edição e este ano está convidando agências e anunciantes para participarem do processo seletivo.
O Blink é uma iniciativa da Discovery, com curadoria de Luiz Ritton (Cre.Worker), que promove o desenvolvimento de jovens (chamados de blinkers), agora de maneira online por conta da pandemia, com workshops fornecidos de maneira gratuita, com diversas personalidades relevantes do mercado.
O projeto tem como objetivo identificar os líderes do futuro e encontrar a forma de comunicação ideal com estes profissionais, para irem além do trabalho prático, estimulando também a criatividade e pensamento disruptivo.
Durante a jornada do curso a discussão do contexto e formato de trabalho atual com o auxílio da troca de conhecimento, permitem novas respostas aos desafios do mercado publicitário, além de garantir networking entre esses profissionais.
Ao longo do ano o projeto vai falar de diversos assuntos, e podemos esperar por pautas como: Repertório, Narrativa, Empreendedorismo, Dados, Comportamento e Gestão.
Duas apresentações com integração de profissionais Discovery, estão agendadas: Luciana Bugni, Gerente de conteúdo digital Lifestyle, e Livia Ghelli, Diretora de Conteúdo.
As novidades interessantes adicionadas à dinâmica, são que além do projeto ser aberto para agências e anunciantes (antes apenas profissionais de mídia de agência participavam), nessa edição também abrirão o processo seletivo (BLINK CHALLENGE).
Processo seletivo – O Blink Challenge
Entre os dias 18/março à 04/abril (próximo domingo), analistas, assistentes, coordenadores e supervisores que não estejam em cargos de liderança, seja de agência ou anunciante, com idade entre 20 e 33 anos, deverão enviar para [email protected] um material em vídeo de 45” a 60” ou uma apresentação, resolvendo o seguinte desafio: “COMO VOCÊ APRESENTARIA UM STREAMING DA DISCOVERY?”
Há 50 vagas para todo o Brasil, e as inscrições acontecem até o dia 04/abril . Na semana seguinte a Discovery compartilhará os selecionados no instagram do Blink (@Join_Blink) e na página da Discovery Publicidade no Linkedin (https://www.linkedin.com/company/discovery-talks).
Sobre o Blink 2021
ONDE? Encontros Online – Via Zoom
QUANDO? Início em Abril/2021
QUEM PARTICIPA? Jovens Profissionais do mercado publicitário de SP e Outros estados.
ENCONTROS? Os workshops acontecerão 01 vez ao mês, sempre às manhãs de quinta-feira (#BlinkThursday).
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








