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Blindex® comemora 70 anos de história na indústria de vidro com filme e selo criados pela DPTO.

A Blindex®, referência em vidros no Brasil, eleita 16 vezes como marca Top Of Mind na categoria de “box para banheiro” pelo Instituto DataFolha, está comemorando 70 anos de história. Fundada em 1951, a antiga Santa Lúcia Cristais Ltda, foi adquirida, em 2006, pelo grupo japonês NSG passando a fazer parte de um dos maiores grupos vidreiros do mundo, líder global na fabricação de vidro. Atualmente, a empresa está presente em diversos países da América Latina e no Brasil conta com cerca de 2 mil colaboradores diretos e indiretos. Sua produção cresceu 1.500% nas últimas sete décadas.
Graças ao reconhecimento do mercado e dos consumidores, a marca está presente no lar de muitos brasileiros, com os box de vidro temperado, bem como nos principais projetos de arquitetura e construção civil. Quem busca as soluções em vidros da Blindex®, não só acredita na sua qualidade construída há 70 anos, mas confia na marca que é sinônimo de categoria.
Por isso, como parte das celebrações, a Blindex® acaba de lançar um selo comemorativo e um filme de 30″. Assinadas pela DPTO, as criações celebram a data e reforçam o desejo da empresa de que os próximos 70 anos sejam construídos por relações ainda mais seguras e transparentes. No filme, a empresa enfatiza o quanto cresceu graças à confiança do consumidor e, por isso, está tão presente nos lares, empresas, vitrines e fachadas de edifícios modernos. O lettering traz a assinatura: “Blindex, o vidro de confiança do Brasil”.
De acordo com Fran Abreu, CEO da DPTO, “os últimos nove anos, têm sido extremamente gratificantes, pois trabalhamos para a marca mais importante do segmento de vidros no Brasil”. “É uma honra celebrar esses 70 anos e poder dizer que fazemos parte dessa história”, afirma.
Ainda em 2021, a Blindex® apresentará diversos lançamentos.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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