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BIG Festival promove estreia mundial de Martial Arts Tycoon: Brazil

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O BIG Festival e a Good Dog Studios anunciaram que o BIG Festival 2023, o maior evento de jogos da América Latina, receberá hoje a aguardada estreia mundial de Martial Arts Tycoon: Brazil, uma nova e empolgante experiência de jogo que combina a estratégia dos jogos tycoon com a emoção das artes marciais.

Chance Glasco, criador da renomada série Call of Duty e estimado co-fundador da Infinity Ward, fará uma apresentação no BIG Festival hoje às 16h40 BST / 11h40 ET. Glasco compartilhará insights de sua carreira ilustre e discutirá seu envolvimento e visão para Martial Arts Tycoon: Brazil. Os participantes terão a oportunidade de assistir a um trailer cinematográfico exclusivo, dando uma visão das configurações, história e personagem principal do jogo.

Desenvolvido pela Good Dog Studios, Martial Arts Tycoon: Brazil oferece aos jogadores a oportunidade de construir e gerenciar seu próprio império de artes marciais no Rio de Janeiro, treinando lutadores em ascensão nas favelas e organizando torneios emocionantes. Com uma combinação única de estratégia, simulação e, é claro, ação das artes marciais, Martial Arts Tycoon: Brazil promete cativar fãs de diversos gêneros.

“Quando o Chance me abordou para discutir a possibilidade de apresentar Martial Arts Tycoon: Brazil no BIG Festival deste ano, eu fiquei imediatamente convencido”, diz Gustavo Steinberg, Criador e Diretor Executivo do BIG Festival. “O Chance possui uma visão extraordinária sobre o potencial ainda inexplorado do mercado brasileiro de jogos, e Martial Arts Tycoon: Brazil está preparado para um enorme sucesso com o apoio da comunidade de jogadores mais empolgante do planeta. Estamos encantados em incluir o Chance, a Good Dog Studios e Martial Arts Tycoon: Brazil no BIG Festival 2023 e mal podemos esperar para saber mais sobre o jogo nos próximos meses.”

“O Brasil sempre teve um lugar especial no meu coração. Depois do meu tempo na Infinity Ward, há mais de 10 anos, eu me mudei para o Brasil para viver e treinar jiu-jitsu. Lá, eu conheci alguns dos meus melhores amigos no mundo, e posso dizer por experiência própria que os jogadores brasileiros são o grupo mais apaixonado de jogadores que já conheci”, diz Glasco. “É uma honra estrear Martial Arts Tycoon: Brazil no BIG Festival deste ano. Através deste jogo, nossa equipe busca capturar um retrato autêntico da vida cotidiana no Brasil, seja nas favelas ou em lugares mais conhecidos, como Copacabana e Ipanema. Esperamos que o nível de detalhes que colocamos em Martial Arts Tycoon: Brazil deixe todos os jogadores brasileiros orgulhosos quando for lançado no próximo ano.”

Martial Arts Tycoon: Brazil será lançado para PC em 2024, com versões para consoles a seguir. Para mais informações, visite o site oficial do desenvolvedor gooddogstudios ou siga o jogo no Twitter, Instagram, Discord, TikTok e Facebook para as últimas atualizações e notícias.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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