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BIG Festival estima movimentar US$50 milhões em 2021

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O BIG Festival,  festival e hub de negócios de games, apoiado pelo Brazil Games, o programa de exportação criado pela Associação Brasileira de Desenvolvedores de Jogos Digitais, ABRAGAMES, em parceria com a Apex-Brasil, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, anunciou  que já tem 290 empresas inscritas para suas rodadas de negócios.
A plataforma, exclusiva do BIG Festival, conecta empresas com perfis complementares para reuniões de negócios. Ao longo de suas oito edições, o BIG Business Meetings já contou com a participação de mais de 2100 empresas e movimentou mais de US$200 milhões.

“O BIG Festival está presente em todas as frentes de negócios em games. Além de promover investimentos, nossos encontros estimulam a compra de jogos da região e até a compra de estúdios”, afirma Eliana Russi, Gerente Executiva do Projeto Brazil Games, “Para esse ano, estimamos movimentar em torno de US$50 milhões, um número expressivo para um ano como 2021 e para uma fase como esta que ainda vivemos no Brasil”, continua.
As reuniões de negócios do BIG Business Meetings colocam empresas desenvolvedoras brasileiras à frente de grandes publishers, como Sony, Microsoft, Nintendo e Epic Games, e em 2021 não será diferente. Destas oportunidades, surgiram diversos cases de sucesso ao longo da história do evento.

Um dos exemplos de negócios gerados no BIG é o jogo Kaze and the Wild Masks, finalista na categoria de Melhor Jogo Brasileiro nesta edição. “O BIG Festival é um dos eventos de jogos mais relevantes do Brasil, e, para nós, o mais importante do qual participamos nestes últimos seis anos de desenvolvimento. Em 2019 tivemos a oportunidade de expor o nosso jogo e ver milhares de jogadores testando o Kaze”, afirma Paulo Bohrer, co-fundador da PixelHive, compositor e sound designer no Kaze and the Wild Masks.

“Além disso, a rede de contatos que fizemos no BIG foi importantíssima para o jogo, pois foi naquele mesmo ano que iniciamos as negociações com a nossa publisher internacional, SOEDESCO; um grande passo que estávamos buscando e que possibilitou o lançamento do Kaze para as diversas plataformas nas quais ele está disponível hoje”, continua Paulo.

Com mais de 60 horas de programação online e gratuita, o BIG oferece palestras de diversos temas do universo dos games, mas para quem está buscando fazer negócios no evento, há alguns destaques:

Como preparar seu estúdio para receber investimentos
Cassia Curran, especialista em investimentos e apoio a estúdios indies por meio do WINGS Fund, discute, ao lado de Rebecca Owen, da Digital Development Management, o que um estúdio deve considerar ao se preparar para receber investimento ou para uma fusão.
Quando: 5 de maio (quarta-feira), das 12h30 às 13h00.

Humble Bundle: Black Game Developer Fund
Nesse papo, Justin Woodward, Co-fundador do The Mix, falará sobre o Black Game Developer Fund, um programa anual de US﹩ 1 milhão que visa apoiar os desenvolvedores de jogos negros, ajudando-os a publicar jogos com financiamento, produção e suporte de marketing por meio da publisher Humble Games, da Humble Bundle.
Quando: 5 de maio (quarta-feira), das 17h30 às 18h00.

Financiamento indie: conheça a Kowloon Nights
Anlu Liu, Content Manager do Kowloon Nights, Mark Venturelli, CEO e Diretor Criativo da Rogue Snail, uma das empresas investidas pelo fundo, e Astrid Refstrup, CEO e Co-founder da Triple Topping Games, vão bater um papo sobre o Kowloon Nights e financiamento indie. Conhecido como um fundo de investimento especializado em games que já adicionou mais de 40 títulos em seu portfólio, o Kowloon Nights tem mais de US﹩100 milhões em custódia para financiar jogos independentes.
Quando: 7 de maio (sexta-feira), das 11h30 às 12h00.

A programação completa do BIG Festival, com mais de 60 horas de conteúdo online e gratuito, contará ainda com grandes nomes do mercado de games como Ubisoft, BioWare e NetEase e será divulgada em breve.

O BIG Festival 2021 acontece entre os dias 3 e 9 de maio e todo o conteúdo do festival será disponibilizado de forma virtual e gratuita, com exceção das rodadas de negócios, voltadas a desenvolvedores, compradores, publishers e investidores internacionais e nacionais.
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Ubrafe reúne principais lideranças do setor em Mendoza para discutir os próximos 40 anos da indústria de eventos

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A Ubrafe (União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios) realiza, entre os dias 25 e 28 de junho de 2026, a quarta edição do CEO Weekend. O encontro exclusivo é voltado aos principais tomadores de decisão do mercado de feiras comerciais, congressos e centros de convenções do Brasil. Desta vez, a iniciativa internacionaliza sua proposta e desembarca em Mendoza, na Argentina, um dos polos mais expressivos para o turismo de negócios e experiências corporativas da América do Sul.

Desenvolvido para funcionar como um ambiente de relacionamento e troca qualificada de alto nível, o evento busca estreitar os laços entre os associados da entidade, promover debates estratégicos sobre os rumos do setor e alinhar agendas conjuntas voltadas ao fortalecimento e desenvolvimento da indústria no cenário nacional.

O ponto alto da programação será a reunião fechada entre os executivos, que colocará em pauta a representatividade institucional do segmento e os desafios de infraestrutura para as próximas décadas. Os líderes usarão o encontro para projetar uma visão de futuro para os próximos 40 anos do setor.

Para embasar as discussões e nortear as tomadas de decisão, as lideranças analisarão dois importantes levantamentos de mercado. O primeiro é o 3º Dimensionamento Econômico da Indústria de Eventos no Brasil, lançado recentemente pelo Sebrae e pela ABEOC Brasil, que teve a participação direta da Ubrafe na coleta de dados. O segundo documento é uma pesquisa inédita encomendada pela entidade à consultoria alemã JWC Consulting, que mapeou as principais venues brasileiras dedicadas à geração de novos negócios.

Na visão da entidade, ações focadas em networking executivo são vitais para a sustentabilidade de uma indústria que atua como motor para diversos setores da economia, gerando milhares de empregos e atraindo inovações globais para o país.

Paulo Ventura, presidente da Ubrafe, detalha a proposta do encontro internacional. “O CEO Weekend é uma oportunidade para que os principais executivos do setor possam discutir tendências, compartilhar experiências e construir, de forma colaborativa, soluções para os desafios do mercado. Mais do que um encontro de relacionamento, trata-se de um espaço estratégico para pensar o futuro da nossa indústria.”

Consolidado no calendário oficial da instituição, o CEO Weekend reúne anualmente promotores de feiras, diretores de pavilhões de exposições, fornecedores estratégicos e prestadores de serviços do ecossistema de live marketing de negócios. Em suas edições anteriores, a imersão corporativa já passou por destinos nacionais importantes, como Socorro (SP), Recife (PE), no Hotel Novotel Marina, e Rio de Janeiro (RJ), reforçando seu papel de integração regional.

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Mercado de eventos e live marketing projeta cifras bilionárias com o maior ciclo de investimentos da história do mundial

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A Copa do Mundo de 2026 está engatilhando um dos ciclos de investimentos mais robustos da história do mercado global de experiências e brand experience. Impulsionado pela expansão inédita para 48 seleções e pela projeção da FIFA de arrecadar mais de US$ 10 bilhões em receitas globais, o torneio redefine as réguas do setor. Dados oficiais da entidade máxima do futebol apontam que os patrocínios devem romper a barreira dos US$ 2,8 bilhões, enquanto os direitos de transmissão devem cravar US$ 4,2 bilhões. O impacto macroeconômico global, que abarca gastos diretos com turismo, hospitalidade e ativações de marca, é estimado em impressionantes US$ 80 bilhões. Sob uma ótica complementar, projeções do Bank of America indicam uma injeção de US$ 41 bilhões (cerca de R$ 225 bilhões) na economia global, oxigenando cadeias como hotelaria, alimentação, serviços e eventos.

Para Evandro Monteiro, CEO da Origami Marketing e Eventos, a competição funciona como um supercombustível para o mercado de live marketing, impulsionada por uma combinação rara de fatores psicológicos e comerciais. “Durante a Copa, a atenção do público se concentra como em poucos outros momentos, com audiências massivas e altamente engajadas. Ao mesmo tempo, o componente emocional do futebol encurta a distância entre marcas e consumidores, influenciando diretamente decisões de consumo. Soma-se a isso o comportamento coletivo, com jogos assistidos em grupo, encontros e celebrações, que impulsiona a demanda por eventos, ativações e experiências compartilhadas”, avalia Monteiro.

Na prática do mercado, grandes players mundiais utilizam historicamente o torneio como uma plataforma de relacionamento de longo prazo. No Mundial de 2022, no Catar, a Budweiser transformou adversidades regulatórias em um case de relações públicas e engajamento. Mesmo diante do veto à comercialização de bebidas alcoólicas no perímetro das arenas, a marca redirecionou seus esforços para o desenvolvimento de fan zones urbanas, eventos simultâneos em múltiplos países e estratégias com influenciadores fora dos estádios, expandindo o tempo de tela e gerando milhões de interações digitais.

No cenário nacional, o mercado corporativo responde com o mesmo vigor. A Heineken, por exemplo, vem consolidando sua presença por meio de ativações premium e ações de hospitalidade, conectando transmissões exclusivas em ambientes cenográficos a encontros de negócios de alto padrão. Já o Itaú Unibanco trata o esporte como uma ferramenta de fidelização contínua. Em períodos de torneio, a instituição financeira intensifica ações de relacionamento, eventos proprietários e experiências físicas personalizadas para blindar sua base de clientes e humanizar seus serviços financeiros. “Ciclos como o da Copa do Mundo aceleram a conexão entre marcas e público. Os jogos duram apenas 90 minutos, mas uma experiência bem executada pode gerar impacto por anos. Por isso, é fundamental aproveitar esse momento para investir em estratégias capazes de criar conexões reais, fortalecer relacionamento e gerar resultados concretos para o negócio”, defende o CEO da Origami.

O Brasil reúne o ecossistema ideal para potencializar essa engrenagem econômica, combinando uma alta afinidade cultural com o esporte, a presença massiva de multinacionais e um mercado de prestação de serviços maduro. Prova disso é que o setor de eventos e entretenimento faturou R$ 25,33 bilhões apenas no primeiro bimestre de 2026, de acordo com o Radar Econômico da ABRAPE (Associação Brasileira dos Promotores de Eventos). Durante a Copa, esse fluxo acelera drasticamente do topo da pirâmide aos fornecedores locais. No último Mundial, o setor de bares e restaurantes anotou uma alta de 30% no faturamento logo na primeira semana de jogos, segundo a Abrasel, impulsionado por confraternizações corporativas e exibições públicas. “Também ganham força as experiências exclusivas, especialmente voltadas à fidelização de clientes premium, com ações desenhadas para oferecer diferenciação e proximidade. Essa combinação amplia o impacto das iniciativas e prolonga seus efeitos para além do momento do evento”, complementa Monteiro.

Para os ciclos atuais e futuros, a inteligência analítica assume a posição de camisa 10 nas estratégias das agências. O especialista aponta que a tendência para o mercado de brand experience caminha para um modelo de ativação cirúrgico, pautado por dados, customização e tecnologia de ponta. “A tendência para as próximas Copas do Mundo é de eventos cada vez mais integrados à tecnologia, dados e personalização. O uso de inteligência artificial, plataformas digitais e análise de comportamento permite compreender melhor o público, ajustar experiências em tempo real e direcionar ações mais personalizadas e individualizadas, com maior precisão e potencial de retorno para as marcas”, afirma Monteiro.

Essa transformação reposiciona o papel das feiras, camarotes e ativações, que deixam de ser meras vitrines de logotipo para atuar como plataformas híbridas de geração de negócios. Ao cruzar ferramentas de inteligência artificial, análise de dados e mecânicas de interação omnichannel, as produtoras conseguem qualificar os leads, estendendo a conversão e a fidelização para as etapas pré e pós-evento presencial. “Se antes os eventos eram planejados principalmente para dar visibilidade às marcas, hoje eles são avaliados com muito mais rigor. Nesse cenário econômico mais desafiador, as empresas buscam garantir retorno concreto sobre o investimento (ROI), integrar os eventos a outros canais, como digital e CRM, e medir com mais precisão os resultados gerados, como engajamento, geração de leads e impacto nos negócios”, conclui o executivo da Origami.

O horizonte para as empresas que investem na emoção do consumidor é promissor e de longo prazo: globalmente, o mercado de marketing experiencial deve movimentar US$ 71,22 bilhões até o ano de 2035, segundo dados compilados pela Business Research Insights, chancelando a força do setor como ferramenta indispensável para a sobrevivência e crescimento das marcas na mente das pessoas.

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