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BIC acende nova conexão emocional com consumidores em campanha

Acenda sua chama com BIC” é o novo conceito criativo institucional da categoria de chamas da BIC. A campanha – que acontece nacionalmente de junho a novembro de 2025 – foi criada pela Omnicom Media Group Brasil e propõe um novo posicionamento emocional para a marca, buscando-la harmonia de “chama” na vida dos brasileiros.
A BIC aposta em uma narrativa que vai além dos recursos dos isqueiros e acendedores BIC para se aproximar da rotina e dos sentimentos do consumidor. O conceito da campanha traz a ideia de que acender uma chama é mais do que um ato prático: é um gesto de conexão, memória e emoção.
” Com a nova campanha ‘Acenda sua Chama com BIC’, queremos ir além da já conhecida e comprovada funcionalidade do produto e tocar o coração das pessoas. Queremos mostrar uma conexão real com momentos de reuniões e união, momentos sempre unidos com uma de chama: uma vela de aniversário, um churrasco com amigos, um momento relaxante. É sobre entender que cada chama acesa é uma oportunidade para criar ou reviver uma emoção, e queremos que a BIC seja o obter esses sentimentos “, explica Rodrigo Iasi, diretor de marketing da BIC Brasil e Argentina.
Pensada para estabelecer uma base sólida de comunicação para toda a linha de produtos BIC na categoria de chamas, “Acenda sua chama com BIC” contempla 3 filmes, feitos em plano-sequência, e em reverso, que reforçam a presença da marca nos momentos especiais e cotidianos, valorizando o tom divertido da BIC, com seus núcleos marcantes e cheias de personalidade.
“ Nosso desafio é comunicar que essa chama que aproxima e fornece uma conexão mais profunda sempre esteve em cada um dos consumidores da marca, presente no país há quase 50 anos. É a chama que se acende em nós quando acendemos uma chama com BIC, criando momentos especiais. Ter um produto em que o consumidor possa confiar é a garantia de que vai viver essa experiência ao máximo. A felicidade pode começar com um simples gesto: descobrir a chama certa ”, explica Elder Oliveira, chief creative officer da Omnicom Media Group Brasil.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








