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Bernardinho é embaixador da marca ArcelorMittal

Bernardinho, técnico e ex-jogador de voleibol várias vezes campeão mundial, será embaixador da marca e da cultura da produtora de aços ArcelorMittal ao longo de 2021. Em anos anteriores, ele estrelou a campanha publicitária da empresa “Obra é coisa séria”, que divulgou as soluções em aço aplicadas na construção civil. A formação de jovens pelo esporte também está prevista, com a parceria da Fundação ArcelorMittal com o Instituto Compartilhar, dirigido pelo técnico.
Agora, além de propaganda e do trabalho social, Bernardinho participará de uma série de ações de ativação da marca na mídia e nas redes sociais, do programa de desenvolvimento de lideranças, de palestras, além de ações de incentivo e relacionamento voltadas para o público interno, distribuidores e clientes da ArcelorMittal.
“Estamos aprofundando essa parceria muito bem-sucedida. Os atributos de imagens da ArcelorMittal e do Bernardinho apresentam muita sinergia em relação à liderança, à credibilidade e à capacidade de formação de equipes vencedoras”, disse Jefferson De Paula, CEO Aços Longos Latam e Mineração Brasil.
A campanha, desenvolvida pela agência de marketing digital Two Comunicação, terá início com uma ação em que Bernardinho e o humorista Thiago Ventura brincarão nas redes sociais com a dificuldade de pronúncia do nome da empresa. Esse humor será a marca de toda a campanha ao longo do ano, que reforçará os atributos da ArcelorMittal de liderança e de qualidade nos produtos e serviços em aço.
Internamente, Bernardinho, que também é um reconhecido palestrante, participará de treinamentos para as equipes de alta performance da empresae do programa de contratação de estagiários.
“Minha experiência no voleibol está em linha com visão da ArcelorMittal de que a liderança é uma conquista contínua. E de que uma equipe engajada e comprometida é fundamental para o alcance de bons resultados”, afirma Bernardinho. “Acredito que o sucesso da parceria se dá pelo compartilhamento de valores, já que a ArcelorMittal é uma empresa focada nas pessoas, na formação de um só time buscando ser melhor a cada dia”, complementa.
Em 2020, Bernardinho já havia participado como convidado de uma série de lives e palestras patrocinadas pela ArcelorMittal. Neste ano, essas participações acontecerão de maneira mais estruturada, em eventos onde serão abordados temas da cultura empresarial, como abertura, empoderamento, humildade, colaboração e foco do cliente.
Os conteúdos a serem produzidos para as redes sociais serão divulgados tanto nos perfis da ArcelorMittal quanto nos de Bernardinho.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.
O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.
O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.
Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.
O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.
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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.
Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.
Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.
A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.
A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.
Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.








