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Barões da Pisadinha e Gil do Vigor lançam música para iFood

Os Barões apresentaram nesta quinta-feira (24), o clipe da música “Tipo iFood” com participação de Gil do Vigor
Os Barões da Pisadinha lançam a sua nova música, “Tipo iFood“, ao mesmo tempo em que os artistas se tornam embaixadores do iFood, maior app de entrega de comida do país. A música foi escrita especialmente para esta ação, pelo compositor Renno Poeta, que também foi o responsável por diversos sucessos de artistas, como Marília Mendonça, Zé Neto e Cristiano, entre outros.
“Tipo iFood” não é um jingle, mas sim uma nova faixa que passa a fazer parte do repertório da dupla. Ela foi feita seguindo o DNA dos Barões e utiliza o nome do app como parte do enredo da canção. Ao longo da letra, a palavra iFood faz alusão à forma que a comida chega quando o pedido é feito pelo app: “Vai amor. Me chama, me ilude, que eu chego ligeirinho, gostosinho tipo iFood”.
A dupla de cantores baianos ficou conhecida por emplacar hits contendo outros cenários do cotidiano, como o sucesso “Recairei” e o último lançamento “Zero Saudade”.
“Ficamos super animados quando recebemos o convite da Sony Music Brasil e fomos atrás de uma música que tivesse o nosso estilo. Procuramos nosso amigo Renno Poeta, que já é autor de alguns sucessos nossos, e deu hit. Estamos empolgados com o resultado do clipe e esperamos que o nosso público também goste” – comentam os artistas Rodrigo e Felipe Barão.
Ao mesmo tempo em que Os Barões da Pisadinha passam a figurar na campanha da empresa nos próximos 3 meses, o ex-BBB Gil do Vigor – que também é embaixador do app – tem participação especial no clipe que é um show à parte. Divertido e com clima de festa, o clipe traz cenários e transições criativas, ballet e coreografias exclusivas.
“Estamos muito felizes com o resultado dessa parceria, pois trata-se de um projeto desenvolvido de forma 100% integrada por Mynd, Sony Music, iFood e artistas. Uma grande oportunidade para a marca se associar a uma nova música da dupla, se encaixando na letra e no DNA d’Os Barões de forma genuína. E temos certeza que dessa parceria nascerá um grande hit”, explica Natasha Barros, Gerente de Brand Partnerships & Licensing na Sony Music Brasil.
A Mynd, em parceria com a Sony Music Brasil, foi a responsável pela idealização, desenho estratégico e gerenciamento artístico do projeto.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








