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Bálsamo Bengué reposiciona marca após pesquisa com consumidores

A EMS, laboratório farmacêutico, anuncia mudanças no posicionamento da marca Bálsamo Bengué. O medicamento de uso tópico com ação analgésica passou por uma ressignificação em sua categoria e ganhou novo enfoque por meio de aprendizados provenientes de uma pesquisa com consumidor: a ampliação de uso pelo público em geral que sofre com diversos tipos de dores causadas pelas atividades comuns do dia a dia. Entre as ações, estão sendo executadas estratégia de marketing e comunicação, bem como o lançamento de uma campanha publicitária, além de ações promocionais, ampliação do mix de produtos nos pontos de venda e investimentos em mídias digitais.
O relançamento de uma marca tão tradicional e conhecida no mercado, como é o caso do Bálsamo Bengué, demonstra o novo momento estratégico da unidade de negócios de OTC da EMS, que passa a colocar cada vez mais o consumidor no centro de tomadas de decisão. “Desde o ano passado, começamos a realizar um trabalho muito forte de conhecer o consumidor. A nossa proposta é ouvi-lo de maneira ativa, saber o que é relevante e faz sentido para ele e, a partir desse olhar de fora para dentro, ressignificar as nossas marcas”, afirma Cínthia Ribeiro, diretora comercial e de marketing das unidades de marcas e OTC da EMS.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







