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Audi e Kobra se aliam para revitalizar mural de Ayrton Senna na rua da Consolação

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A Audi do Brasil e o artista urbano Eduardo Kobra se unem novamente, desta vez para revitalizar o mural “A Lenda do Brasil”, uma homenagem ao piloto brasileiro tricampeão de Fórmula 1, Ayrton Senna, responsável por trazer a marca Audi para o Brasil. A Audi patrocina esta primeira etapa do projeto “A Arte de Conservar”, de Kobra, que prevê a restauração de outras obras do muralista.

Criado originalmente em 2015, o mural possui 41 metros de altura e 17,5 metros de largura, pintados na lateral de um prédio localizado à rua da Consolação, 2.608, esquina com a Av. Paulista, em São Paulo, SP. As atividades de revitalização começaram em 23 de novembro e serão concluídas no início da próxima semana.

“Este é um dos primeiros movimentos de restauração, revitalização e preservação de murais, que já são verdadeiros patrimônios das cidades e, acredito, merecem receber os mesmos cuidados que os prédios, os monumentos públicos e qualquer obra de arte”, afirma Kobra, que acrescenta: “A velha ideia de que a arte de rua é descartável e efêmera deve ser mudada”.

Para Cláudio Rawicz, Diretor de Comunicação e Marketing da Audi do Brasil, “a inovação faz parte do DNA da nossa empresa, mas valorização da cultura e da história também são essenciais para qualquer sociedade. Por isso este projeto com o Kobra é tão importante. O mural do Ayrton Senna, um ídolo da nação brasileira, virou um cartão postal na cidade de São Paulo e traz lembranças positivas de uma pessoa que só trouxe alegrias para o nosso País”.

A arte mostra o piloto brasileiro de capacete e olhar expressivo e é uma das principais obras de Kobra, que tem Senna como uma de suas grandes referências. O artista já pintou 12 murais sobre o piloto, além de uma tela, sendo as duas últimas obras concluídas em setembro de 2019, em Imola, na Itália, e em março deste ano no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, SP.

De acordo com Kobra, “já há alguns anos eu estava incomodado ao ver meus trabalhos deteriorados. A vontade de realizar um trabalho nesse sentido cresceu ainda mais durante a pandemia, já que as pessoas começarão cada vez mais a passear em suas próprias cidades”. Ao longo dos anos o mural “A Lenda do Brasil” começou a apresentar sinais de deterioração causada pelo desgaste natural do tempo e, considerando que o mural virou um ícone na capital paulista, a Audi decidiu se aliar mais uma vez ao artista para a revitalização.

Pelo projeto “A Arte de Conservar”, as próximas obras a serem restauradas pelo artista são “Oscar Niemeyer”, também na região da Av. Paulista, em São Paulo, e “Etnias – Todos Somos Um”, no Boulevard Olímpico, Rio de Janeiro, RJ.

2020: um ano com diversos marcos

Este ano foi recheado de marcos importantes. Para começar, Ayrton Senna, responsável por trazer a marca Audi para o Brasil, celebraria 60 anos de vida. Outro marco foi celebrado em abril deste ano, quando a Audi encerrou o ciclo de celebração dos 25 anos de história da marca no País e disponibilizou o livro Audi do Brasil: passado, presente, futuro em seu site para download.


Em âmbito mundial, a empresa também celebrou os 40 anos da tração quattro, uma marca registrada da empresa que se tornou lenda nas competições de rally. Mais recentemente, em outubro, a Audi lançou campanha global com um novo posicionamento de marca da Audi, sob o slogan “Future is an attitude”, que deixa claro que a Audi tem um olhar diferenciado sobre as transformações da sociedade e as tendências que todos nós vivemos.


Para o futuro a Audi pretende atingir outro marco importante: ser 100% neutra em carbono até 2050. Para isso, a empresa deu início a uma ofensiva de sustentabilidade que passa pela introdução de 30 modelos eletrificados em todo o mundo até 2025. Aqui no Brasil os primeiros veículos 100% elétricos da marca já foram lançados: o Audi e-tron e o Audi e-tron Sportback.

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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

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A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.

A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.

A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.

A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.

Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).

Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”

Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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