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Audi do Brasil e Senna Brands lançam projeto para mapear curvas similares ao S do Senna em todo o Brasil

A Audi do Brasil anuncia o lançamento de um projeto especial em que está mapeando milhares de estradas e rodovias do país em busca de curvas similares ao S do Senna sequência de curvas histórica do autódromo de Interlagos, criada pelo ídolo Ayrton Senna, responsável também por trazer ao país a marca das quatro argolas há exatos 30 anos.
“O Ayrton Senna foi um dos maiores ídolos do país e seu legado segue presente na vida dos brasileiros, seja por meio de sua performance fora de série nas pistas, por sua conexão e preocupação com o futuro do Brasil, pela criação do S do Senna uma das curvas mais desafiadoras do automobilismo mundial ou por meio da Audi do Brasil, trazida ao país por suas mãos. Agora, da mesma forma que o Senna trouxe a Audi ao Brasil, estamos retribuindo ao levar a curva do Senna para todo o país. Queremos seguir construindo uma história em comum com o Senna e esse projeto caminha no sentido de fortalecimento e perpetuação do seu legado”, afirma Daniel Rojas, Presidente e CEO da Audi do Brasil.
Embora seja conhecida pelo nome do piloto, a história por trás da criação do S do Senna não é amplamente conhecida. Idealizada por Ayrton, na reforma que modernizou o autódromo de Interlagos em 1989, ela é considerada um dos legados do piloto para o automobilismo. Inspirada por essa herança, a Audi está mapeando estradas e rodovias em todo o Brasil em busca de curvas similares ao S do Senna, transformando algo que antes eram apenas trechos de estrada em uma curiosa homenagem.
“A Audi está possibilitando que sejam criados novos pontos de contato entre fãs e ídolo. O que, até hoje, era um legado restrito ao circuito de Interlagos e pilotos profissionais, agora passa a estar presente em nossos caminhos do dia a dia”, diz Sthefan Ko, Diretor Executivo de Criação da iD\TBWA, agência de publicidade responsável pela ideia.
A ação teve como parceiro de tecnologia a Bolha, estúdio de inovação digital, que desenvolveu algoritmos avançados que analisam as curvas das estradas e calculam uma porcentagem de similaridade em relação à curva original seguindo seu traçado, comprimento e direção como referência. “Essa tecnologia, que combina geolocalização, análise de dados e inteligência artificial, permite identificar e sinalizar trechos em diferentes regiões do país, ampliando a história da curva criada por Senna de maneira tangível e acessível a todos”, Destaca Nagib Nassif Filho, CEO e Co-fundador da Bolha.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








