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Atlantica Hotels cria manual operacional e selo de limpeza

Novo padrão de operação da companhia é aprovado pelo InCor e auditado pelo Bureau Veritas
A Atlantica Hotels amplia seu protocolo de saúde e higiene, criado antes do início da pandemia no Brasil com base nas diretrizes das redes hoteleiras internacionais que representa e sob orientação de um infectologista, e lança agora, o Manual de Diretrizes operacionais e o selo Atlantica Safe & Clean Protocol (AS&CP).
O objetivo é garantir proteção à vida, segurança e bem estar de hóspedes e colaboradores em todas as pontas da operação, visando o pleno funcionamento dos 83 hotéis que permanecem abertos e o momento da retomada das atividades do restante da rede, cuja expectativa da companhia é contar com 90% das unidades em funcionamento até julho deste ano.
“Em no máximo dois meses, devemos viver a reabertura da economia no Brasil, com a retomada da Hotelaria, que será caracterizada por um retorno lento da demanda, principalmente devido ao receio e ao medo em decorrência da falta de vacina ou de qualquer outro tratamento efetivo de combate à Covid-19. De qualquer forma, estamos preparados para dar uma resposta à altura das preocupações dos nossos clientes com relação aos processos de higienização na hospedagem e controle da pandemia na operação”, afirma Guilherme Martini, vice-presidente de Operações da Atlantica Hotels.
O manual da Atlantica prevê ações nos pilares mais importantes da operação hoteleira: reservas, recepção, governança, manutenção, A&B, áreas comuns, segurança, comunicação, pessoas, serviços, hóspedes e outras áreas. Os novos padrões rigorosos incluirão um programa de limpeza reforçado, incluindo, entre os principais procedimentos:
- Reservas: incentivo aos pagamentos por aproximação; confirmação das limitações operacionais do prédio no ato da reserva e pré-check-in;
- Recepção: desinfecção de malas; teste de temperatura para hóspedes; instalação de escudos de proteção no balcão da recepção; oferecimento de itens de proteção aos hóspedes; entrega de chaves higienizadas; incentivo de comunicação via whatsapp para relacionamento com o hóspede;
- Governança: uso de Equipamentos de Proteção Individual – EPIs pelos funcionários responsáveis pelos procedimentos de limpeza e desinfecção; intervalo de 24 horas entre check-out e acesso para limpeza e desinfecção do quarto; todos os enxovais do apartamento serão destinados à lavagem após check-out; kits de hospedagens estarão ensacados; limpeza de áreas comuns feitas de 2 em 2 horas ou sempre que houver grande fluxo de pessoas;
- Manutenção: EPIs para a equipe de manutenção; renovação de ar aberta com a máxima capacidade;
- A&B: fechamento de restaurante para acesso do público externo; controle de acesso e readequação de espaçamento de mobiliário do restaurante; estímulo ao acesso ao cardápio de forma eletrônica (QR Code ou whatsapp); talheres embalados, louças e utensílios colocados à mesa somente na hora de servir; reforço às boas práticas de higiene e segurança alimentar;
- Áreas Comuns: academias e piscinas com uso com capacidade reduzida; demarcação de distância segura de pelo menos 1,5 metro em todos os espaços de área comum compartilhada;
- Eventos: salas de reunião e eventos com capacidade limitada (respeitando distanciamento o mínimo)
- Segurança: aplicação do protocolo para tratamento de casos suspeitos ou confirmados de COVID-19;
- Comunicação: sinalização educacional em todo o hotel para hóspedes com as recomendações de prevenção;
- Pessoas: implantação de sistema alternativo para marcação de ponto dos funcionários do hotel; reforço na higienização de área dos colaboradores; triagem na chegada dos colaboradores;
- Hóspedes: verificação diária da condição de saúde;
- Outras áreas: cuidados de limpeza e desinfecção de mercadorias no ato do recebimento; tratamento correto de resíduos e materiais recicláveis.
Para elaboração deste novo protocolo, foram levados em consideração todos os materiais e diretrizes dos parceiros internacionais da Atlantica, os quais incluem Choice Hotels, Radisson Hotel Group, Hilton e Wyndham. “O manual passou também pela aprovação do Grupo de Crise COVID-19 do Instituto do Coração (InCor) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, especializado em controles de infecção”, afirma Martini. “Uma das maiores preocupações, além da eficácia científica das medidas, foi a de buscarmos um protocolo financeiramente viável para os hotéis, de forma a não ser necessário o repasse dos custos relacionados às tarifas”, complementa.
Para a garantia da aplicação das ações previstas no manual, a Atlantica firmou parceria com o Bureau Veritas, que auditará as inspeções rotineiras nas unidades da rede sobre os principais pontos da segurança. “Num universo de 5 mil funcionários, trabalhamos com um número de contaminados até o momento de 11 colaboradores, todos devidamente mapeados durante os primeiros sintomas da doença e com rápida recuperação, o que revela um sucesso em nossa maneira de operar. Mas, nos mantemos em alerta para erradicarmos qualquer possibilidade de contágio daqui pra frente”, declara Mark Campbell, diretor sênior de Operações.
Mark Campbell afirma que a reabertura dos hotéis não será uniforme e dependerá de cada praça. “A demanda será específica por região. Estamos atentos aos critérios de ocupação, de caixa e de saúde financeira do hotel, das regras e decretos locais, analisando as condições de cada hotel, caso a caso”, contextualiza Mark.
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Fanta, McDonald’s e Avon ativam Halloween de 2026

Por mais um ano consecutivo, Fanta e McDonald’s fecharam uma aliança estratégica para transformar o Halloween em uma plataforma integrada de engajamento e vendas. A parceria contempla ativações presenciais, ambientação temática da unidade Méqui 1000 na Avenida Paulista, mecânicas de desconto no aplicativo da rede de fast-food e uma turnê com o “Caminhão Assombrado de Fanta”, que percorrerá oito cidades brasileiras com um jogo de escape room móvel.
No ambiente digital, a ação disponibiliza cupons de desconto no app do Méqui até 31 de outubro. Membros do programa de fidelidade Meu Méqui podem resgatar o “Código Assombrado” por 5 mil pontos para obter benefícios aleatórios no Peça e Retire e no McDelivery, além de combos promocionais exclusivos com Fanta. Presencialmente, o Méqui 1000 conta com cenografia especial e distribuição de copos colecionáveis aos finais de semana na compra de Mcofertas. “Essa colaboração reforça o nosso desejo de transformar o Halloween em uma data cada vez mais marcante para Fanta, com experiências e ofertas especiais que aproximam a marca dos consumidores. Ao unir a diversão de Fanta à força do McDonald’s, construímos uma celebração que combina deliciosidade, entretenimento e interação, convidando o público a entrar no clima do Halloween e a descobrir as novidades da parceria ao longo de outubro”, afirma Mariana Gibbins, diretora sênior de sabores da Coca-Cola Brasil. A experiência no Méqui 1000 culminará nos dias 29 e 30 de outubro com a presença do Caminhão Assombrado, acompanhado de atrações musicais e creators.
Avon, faz sua mágica
Paralelamente às ações no setor alimentício, a Avon aproveita a sazonalidade do Halloween 2026 para apresentar a campanha “Avon, faz sua mágica”. Criada pela agência VML, a iniciativa utiliza o arquétipo da bruxa para convidar os consumidores a explorar e criar visuais de maquiagem utilizando as linhas Avon Power Stay, Ultra Color e Color Trend. A estratégia digital foca em desafios no TikTok e no Instagram sob a hashtag #FazSuaMágica, impulsionada por uma trilha sonora autoral voltada para conteúdos de transformação. Os produtos do portfólio estão disponíveis nos canais diretos, e-commerce, perfumarias, Shopee e TikTok Shop.

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Levantamento do HypeAuditor revela que 1 em cada 21 influenciadores no Brasil possui mais de 50% de audiência suspeita

Um estudo inédito conduzido pela plataforma de inteligência HypeAuditor revelou que os nichos de “Roupas & Looks”, “Acessórios & Joias”, “Alimentação & Culinária”, “Moda” e “Viagem” concentram os maiores índices de audiência suspeita no Instagram. O levantamento analisou cerca de 5,4 milhões de contas públicas brasileiras não corporativas (com mais de mil seguidores) e apontou que 1 em cada 21 influenciadores no país possui pelo menos metade de sua base composta por perfis falsos, bots ou contas com comportamentos atípicos.
O problema atinge com mais força a categoria de microinfluenciadores (10 mil a 50 mil seguidores), na qual 6,4% das contas apresentam mais de 50% de seguidores suspeitos. Entre os nanoinfluenciadores (1 mil a 10 mil seguidores), a proporção é de 4,5%. Já nos perfis com mais de 1 milhão de seguidores, o índice cai para 0,6%.
Em média, a base total de seguidores dos influenciadores no Brasil é composta por 52% de pessoas reais, 26% de seguidores em massa (contas automáticas que seguem mais de 1,5 mil perfis), 16,8% de contas suspeitas e 5,2% de outros influenciadores. A classificação de audiência suspeita considera não apenas contas automatizadas, mas também perfis hackeados, comentários robóticos e participantes de grupos de engajamento combinado.
“A categoria do creator pode mudar bastante o nível de risco da audiência. Esses segmentos que acendem um alerta maior são justamente nichos mais próximos das decisões de compra do público e que costumam ter forte presença de campanhas, publis, sorteios e ações voltadas para o crescimento”, explica Maria Marques, gerente de marketing do HypeAuditor para a América Latina.
A executiva ressalta que as marcas têm migrado investimentos para criadores menores em busca de maior proximidade com o consumidor e custo de contratação reduzido, mas alerta para a necessidade de auditoria prévia. “As empresas acabam preferindo justamente creators menores, não só pelos valores mais baixos que cobram, mas também pela conexão mais próxima com o público, que pode resultar em taxas de engajamento mais altas do que as observadas entre influenciadores com mais de 1 milhão de seguidores. Entretanto, nosso relatório mostra que as marcas precisam ir além do número de seguidores: é necessário analisar cada perfil individualmente e compará-lo com outros semelhantes, da mesma faixa de seguidores e categoria, para entender a qualidade da audiência”, conclui Maria.







