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ASICS lança EVORIDE, novo tênis de performance com economia de energia

Fazendo parte da família RIDE, novo modelo é mais leve e com preço acessível
A ASICS revela o seu mais novo modelo de tênis para performance e que fará parte da família de economia de energia: EVORIDE. Pesando apenas 296g e com preço sugerido de R$ 699,99, o novo modelo de performance da marca é um tênis mais leve e mais acessível da família, sem deixar de seguir a mesma qualidade dos tênis de sucesso METARIDE e GLIDERIDE, lançados no ano passado.
Assim como os outros tênis da família de economia de energia, o EVORIDE apresenta a inovadora tecnologia GUIDESOLE, cujo solado forma uma curva ergonômica e precisa. O objetivo é preservar o movimento de articulação do tornozelo, área onde se gasta mais energia.
Projetado para corredores neutros, o novo modelo oferece o efeito de uma mola na ponta dos pés, proporcionando uma sensação de impulsionamento sem grande esforço durante o movimento para a frente. Com uma curvatura mais moderada, em comparação com os dois tênis anteriores da família, o EVORIDE oferece mais opções para corredores com diferentes estilos de corrida, e necessidades, que desejam tirar proveito da tecnologia GUIDESOLE. Além disso, com uma entressola macia em contato total com o solo, o novo tênis proporciona uma transição suave, do calcanhar aos dedos do pé. Com aspecto emborrachado, o material Super AHAR localizado sob o calcanhar proporciona maior durabilidade.
Apesar do design mais leve, o EVORIDE não perde absolutamente nada em termos de conforto. A entressola FLYTEFOAM Propel oferece amortecimento excepcional e uma sensação macia e responsiva para os pés. O material superior feito de malha elástica multidirecional aprimora a respirabilidade e se ajusta à forma do pé do corredor, proporcionando um melhor ajuste.
Kenichi Harano, diretor executivo e gerente geral sênior do Instituto de Ciências do Esporte (ISS) da ASICS, conta: “Após o sucesso do METARIDE e GLIDERIDE, queríamos trazer a mesma combinação de eficiência energética, amortecimento e durabilidade para mais corredores. Por ser o tênis mais leve e acessível da nossa família de economia de energia, o EVORIDE pode ser o parceiro perfeito para treinamentos, sejam eles de ritmo e/ou longas distâncias, ajudando os corredores a ultrapassar seus limites de velocidade e resistência como nunca antes “.
Para Roberto Sobreira, um dos membros do time ASICS Frontrunner Brasil, bastaram poucos testes para sentir as principais características do novo modelo: “Tive a oportunidade de experimentar o novo tênis em Mallorca. Foram algumas corridas curtas, mas que já me apresentaram os diferenciais. Um tênis de pisada neutra, leve, estável, e responsivo devido ao solado curvado. Senti um maior dinamismo na propulsão da minha passada, me impulsionando para frente o tempo todo. Para quem procura realizar treinos de longa e média distância, recomendo o EVORIDE – principalmente para provas de 10k e 21k”, conta.
O novo tênis de performance da ASICS estará disponível no varejo e no e-commerce da marca por meio do site: http://www.asics.com.br.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.









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