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Apple Produções cria carreta que mostra o backstage da CCXP 2020

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Em razão da pandemia da Covid-19, a ComicCon Experience 2020 deste ano foi transmitida on-line durante três dias para mais de 100 países. Todo o evento contou com uma completa programação de lives de cartunistas, atores consagrados e estúdios de cinema e TV, além de aparições de inúmeras personalidades.

O evento aconteceu no maior complexo de eventos on-line do Brasil: a AREA451 e com todo o suporte técnico da Apple Produções. Juntas elas contribuíram, não apenas com equipamentos, mas com soluções para que a essência do festival pudesse ser garantida para todos os públicos envolvidos, que este ano acompanharam de casa o evento.

Para que profissionais, patrocinadores e visitantes pudessem conhecer de perto todo o backstage da CCXP, a Apple Produções desenvolveu um projeto inédito no mercado que teve como objetivo mostrar como tudo acontecia sob o olhos de quem estava por trás das câmeras.

Durante o dia, a carreta serviu como uma área vip voltada para relacionamento, para que a Apple pudesse mostrar para seus clientes e prospects a grandiosidade da CCXP. A partir das 18 horas, tudo se transformava em um espaço exclusivo para entrevistas de celebridades, equipe técnica e executivos da Omelete Company.

Para tal, a empresa contou com um estúdio móvel da Truckvan de aproximadamente 14 metros de comprimento, composto de área para gravação do programa – com poltronas, backdrop cenográfico com 3 TVs de LCD de 86” na vertical e três câmeras de filmagem com pedestais individuais de iluminação. Um mesmo local que era convertido em um lounge para os visitantes, com bar, área para maquiagem e banheiro.

Para apresentar os três programas veiculados diariamente ao vivo, foi escalada a divertidíssima apresentadora Maria Paula (ex-Casseta & Planeta, da Rede Globo). As reportagens em campo ficaram a cargo do comediante Dinho Santanna, que teve a missão de revelar os locais utilizados da AREA451 de forma descontraída.

Maria Paula fez uma série de entrevistas dentro do Studio Truck, em um programa intitulado Backstage CCXP, com os principais nomes responsáveis pelo evento da Omelete Company, tais como Pierre Mantovani – CEO & Partner, Marcelo Forlani – Sócio Fundador, Roberto Fabri – CMO, Otávio Juliato – Diretor Comercial, Carol Marsilio – Operations & Producer Manager e Marcos Morita – Operations Head, além dos sócios da Apple Produções Gijo Pinheiro, Rafael Tonarque, Orlandinho Sgarbi e Jeff Scorci.

Pela CCXP, foram entrevistados Gian Bortolotti – Diretor Técnico, André Brandt – Roteirista, Maíra Quagliato – Product Owner e Tati Leite – Diretora de Efeitos Especiais. O programa também apoiou o movimento Backstage Invisível, pedindo doações ao vivo e com uma entrevista do seu coordenador.

Para o CEO da Apple Produções, Gijo Pinheiro, essa foi uma grande vitrine para mostrar ao mercado o nível de qualidade do trabalho envolvido numa operação dessa dimensão desenvolvido pela Apple. “Queremos que todos saibam que nós somos extremamente comprometidos com o resultado esperado por nossos parceiros e estamos tecnologicamente preparados para atender a qualquer necessidade, de qualquer cliente. Essa é a essência de nossa companhia.”

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Publicidade nos muros das favelas gera cestas básicas ao G10

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Presente em comunidades de todo o país, o Outdoor Social® foi criado para conectar marcas com o público das favelas e aquecer a economia local. Na prática, como modelo de mídia OOH (Out Of Home), o morador recebe para tornar o muro de sua casa um outdoor para anúncios, fazendo com que a população local tenha contato com as marcas. “É uma forma de mostrar ao mundo o poder de consumo da região e possibilitar uma renda extra aos expositores, que são domiciliados locais”, explica Emilia Rabello, fundadora do Outdoor Social®, pioneiro no segmento OOH em favelas.

Nesse momento de agravamento da pandemia, além da renda extra, que auxilia os moradores, o Outdoor Social® destinará cestas básicas para o G10, bloco das 10 maiores favelas do Brasil. A cada painel instalado em abril, uma cesta básica é doada. A meta é alcançar o mínimo de 1.000 outdoors, de marcas como O Boticário e Tim, colocados nos muros dos moradores das principais favelas do país. O intuito é amenizar os impactos socioeconômicos deste momento de crise no país. “Estamos em uma situação crítica com o agravamento da pandemia e precisamos nos mobilizar. Só na primeira semana, conseguimos entregar 268 cestas e esperamos distribuir ainda mais rapidamente. Com essas doações, queremos atravessar juntos o momento de crise e inspirar outros líderes empresariais a destinarem parte do lucro à entrega social”, conta Emilia.

Segundo o Monitor das Doações Covid-19, organizado pela Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), a população brasileira fez muitas doações durante os 12 meses da pandemia no país. A cifra da solidariedade já totaliza R$ 6,5 bilhões, englobando doações de pessoas físicas e jurídicas. Desse valor, 84% são originários de companhias privadas.

 “Não podemos mais esperar por políticas públicas. Somos um povo forte, unido, trabalhador e juntos, sairemos dessa”, ressalta Gilson Rodrigues, presidente do G10. Acreditando na soma de esforços para atender as necessidades da sociedade, Emilia reforça o potencial que as comunidades têm. “As favelas brasileiras possuem um enorme potencial cultural, intelectual e econômico. Por isso, precisamos seguir somando esforços para garantir as ferramentas de pleno desenvolvimento dessas populações e alavancar a economia do país”, finaliza.

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Marketing de influência: como as comunidades potencializam as marcas

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A oportunidade de criar uma proximidade maior com os clientes é um dos pontos que mais chama atenção das marcas para as comunidades, que também são conhecidas como “Fórum 4.0”. O levantamento do Community Roundtable, que aponta as estratégias de comunidade com um ROI médio de 6.469% para as marcas, é a prova de que esse tipo de ação está em alta entre as empresas.
As comunidades propiciam a troca de conhecimento por meio da produção de artigos, interação rápida, cursos online e se tornou uma oportunidade para o público, influenciadores e marcas conviverem em um ambiente virtual seguro e garante até mesmo uma chance de obter renda e maior faturamento. De acordo com Luciano Kalil, CPO da Squid e especialista em comunidades, essa é uma forma assertiva de as marcas entenderem o que de fato os consumidores estão buscando.

“Para se aproximar dos seus clientes, empresas têm investido na construção de comunidades como um canal direto de relacionamento com influenciadores e, claro, com o consumidor. Esse canal se torna um ambiente de troca de informações e também para a construção de produtos e serviços que tenham a cara daquele público, pois quem consome tem esse canal direto com a marca”, analisa o executivo da empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil.

Essas comunidades também são importantes para que as empresas compreendam quais as necessidades da sua marca e apliquem mudanças em seus serviços ou produtos. É como se fosse um novo FAQ, em que as principais dúvidas dos usuários são esclarecidas e a partir disso, é possível realizar mudanças que aproximem ainda mais aquela empresa ao público final.

No mundo, essa solução já é a realidade de muitas empresas. A Lego, por exemplo, criou uma comunidade para os amantes da marca. Lá, os consumidores conseguiram propor novas soluções, votar em seus favoritos e enviar feedbacks. As ideias mais populares se tornam produtos e o idealizador do projeto ganha um percentual das vendas. A plataforma agrega mais de 1 milhão de inscritos.

“Aqui no Brasil, a Squid lançou o #ClubeDaInfluência e já possui mais de 40 mil inscritos. Nesse espaço, os criadores de conteúdo ajudam os outros de forma colaborativa e encontram na plataforma cursos que proporcionam a profissionalização de influenciadores digitais. É uma oportunidade de gerar conhecimento, além de movimentar o mercado da influência”, explica Luciano Kalil.

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