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Android 12 chega com mudança expressiva no design, confira

A nova versão do Android só será lançada oficialmente no final do ano, mas vários detalhes já foram compartilhados pela Google e por usuários betas. O mais comentado tem sido a mudança de visual do sistema, considerada “a maior mudança de design na história do Android”, de acordo com Sameer Samat, vice-presidente de gerenciamento de produto, Android e Google Play.
Entre as novidades na aparência, estão os botões e widgets bem maiores, animações suaves e muitas cores. Na tela de bloqueio, aparece o relógio em formato ‘gigante’ e centralizado, que diminui quando há notificações. Além disso, é possível escolher a cor de destaque a partir dos temas pré-definidos no sistema.
O papel de parede também está ligado aos temas, e ao ser trocado, oferece a opção de alterar as cores do Android de acordo com a imagem de fundo. A paleta é extraída do wallpaper e é aplicada também aos botões e controles virtuais do dispositivos, fazendo com que o visual da interface esteja em harmonia com todos os elementos.
A barra de notificações recebeu uma seta, que indica o movimento para expandi-la, e as mensagens exibidas passam a ocupar um espaço maior. Os ícones nativos da barra agora são incluídos dentro de formas arredondas e que também possuem as cores do tema selecionado pelo usuário.
A grande transformação ocorre por causa do novo sistema de interface do Google, chamado de Material You, que deve ser aplicado em outros produtos da empresa. É importante ressaltar que os elementos do novo Android não vão chegar da mesma forma em todos os dispositivos que carreguem o sistema, já que cada fabricante decide o que vai alterar na interface de seus aparelhos.
Recursos de privacidade no Android
As principais mudanças na privacidade do Android chegam para a câmera, o microfone e a localização. Agora, câmera e microfone passam a indicar quando estão sendo usados, por meio de um pequeno ponto verde no canto superior direito da tela. Para desativá-los mais facilmente, foi adicionado um botão nas configurações rápidas.
O sinal não é o único recurso para evitar que a câmera e o microfone sejam usados sem permissão. Um pop-up perguntando se você deseja usar um dos recursos aparecerá quando algum aplicativo tentar acessá-los. Assim, o app continuará funcionando como se tivesse permissão para usá-los, mas o Android não vai fornecer imagem e nem som.
Para localização, o Google desenvolveu a função “Approximate”, que permitirá que o usuário decida se vai compartilhar a localização exata ou apenas aproximada aos aplicativos que solicitem. No entanto, as permissões de localização já configuradas anteriormente em uma conta do Google, continuarão intactas. Por isso, para ativar essa nova opção, as configurações devem ser revistas após a atualização para o Android 12.
Por fim, a empresa também está desenvolvendo um “Painel de Privacidade” que vai apresentar o tempo e as vezes em que câmera, microfone e localização foram usados por aplicativos. As informações sobre a utilização dos recursos serão demonstradas por meio de um gráfico do tipo pizza e uma linha do tempo.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








