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Análise indica popularização dos NFTs e do metaverso

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Uma análise realizada pela SA365 aponta que os NFTs deram um novo significado ao senso de comunidade. Segundo uma pesquisa da Crypto.com, plataforma projetada para coletar e trocar tokens selecionados dos mundos da arte, design, entretenimento e esportes, 37% das pessoas têm vontade de possuir um NFT. Além disso, a pesquisa também mostrou que o conceito desse tipo de criativo já é amplamente conhecido, visto que apenas 13% nunca ouviram falar no termo NFT.

As marcas estão apostando cada vez mais no uso de NFTs, porque além de uma nova oportunidade de gerar receita adicional, a tecnologia possui um potencial de redefinir a maneira como as marcas fazem negócios e se relacionam com seus consumidores. Por meio dos NFTs é possível criar experiências de marca cada vez mais encantadoras para o cliente, podendo ser usados para recompensar e incentivar os consumidores por meio de brindes inovadores, acesso exclusivo e muito mais.

A principal oportunidade para as marcas que apostam em NTFs é a construção de comunidades. Ou seja, investir na interação com seu público, incentivando essas pessoas a falarem da sua marca para amigos e conhecidos, o que por consequência ajuda a atrair ainda mais pessoas para sua comunidade. Um exemplo de como os NFTs ajudam na construção da comunidade é o Bored Ape Yacht Club, grupo que reúne os seletos compradores de dez mil NFTs de macacos com diferentes características em formato de imagem. Além disso, cada vez mais as marcas apostam na experimentação no metaverso em busca de descobrir as melhores formas de se aproximar do consumidor no ambiente digital.

Os NFTs e o metaverso

No metaverso, essa interação será feita de maneira muito mais imersiva, o que permite que as pessoas realmente vivenciam esse universo digital. O conceito de metaverso já existia há algumas décadas, especialmente em discussões de ficção científica. Com o avanço das tecnologias de realidade virtual, conexão de internet e processamento gráfico, essa ideia foi direcionada para o mundo tecnológico.

No ambiente corporativo, o metaverso deve ser implementado para facilitar reuniões e regimes de trabalho compartilhados, em que times estejam em diferentes locais. Cada profissional contará com um avatar e equipamentos que permitam a ele conversar e trocar dados com companheiros de equipe. Com isso, projetos e rotinas corporativas diárias ganharão muito mais agilidade e flexibilidade.

Para além dos games, o setor de entretenimento tem ganhado destaque por conta das iniciativas realizadas. Como os metaversos são experimentais e imersivos por natureza, a grande aposta é criar experiências de marca que sejam imersivas às experiências que oferecem no mundo real. Alguns artistas como o rapper Travis Scott e a cantora Ariana Grande já fizeram shows virtuais dentro do jogo de videogame Fortnite, da empresa Epic Games. O famoso festival de música Coachella também já anunciou que irá oferecer passes vitalícios do evento através do uso de NFTs.

“As experiências que podemos criar e fidelidade à marca que podemos construir são limitadas apenas pela nossa imaginação”, comenta Gui Rios, fundador e diretor executivo da SA365. “Certamente teremos oportunidades para estarmos mais próximos dos clientes, inclusive, em ambientes de atendimento quase privados”, conclui.

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Digital

Novo sistema de Inteligência Artificial reconhece imagens no PDV e gera economia

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Novas tecnologias vêm ganhando espaço nos pontos de venda, gerando agilidade, economia e conforto para os varejistas. E o uso de Inteligência Artificial é um forte aliado para avaliar o posicionamento e sortimento dos produtos nos PDVs usando redes neurais para reconhecimento de imagens.

A Digi, uma das mais relevantes empresas de marketing de incentivo e relacionamento do país, desenvolveu um sistema que utiliza a tecnologia de redes neurais para efetuar a leitura de milhares de imagens do PDV e gerar indicadores de acordo com os objetivos definidos pelas empresas de alimentos e bebidas, ou de outros setores, que podem estar relacionados a estoque, share, planograma, sortimento e preço. O resultado é devolvido em tempo real para as equipes de venda.

São leituras digitais que analisam variáveis como a exposição dos produtos, ruptura, invasão nas gôndolas, monitoramento da concorrência, sortimento e mix, entre outras, que além da agilidade e eficiência, praticamente zeram as fraudes. A nova tecnologia já está sendo testada por grandes empresas do setor de alimentos e bebidas no Brasil.

Esse produto Digi está sendo apresentado na APAS Show 2022, a maior feira de alimentos e bebidas da América Latina, que nesta 36ª edição, entre os dias 16 e 19 de maio, conta com o novo conceito “Além de Alimentos”.  Com isso, a feira passa a oferecer tudo de mais relevante para o setor, desde alimentos e bebidas, até tecnologia e inovação, passando por logística, finanças, infraestrutura, equipamentos e muito mais.

“Leituras de milhares de fotografias enviadas pelas equipes de merchandising até hoje são interpretadas por recursos humanos, ou seja, pessoas, que passam o dia analisando e classificando o material recebido. Um trabalho gigantesco e demorado, principalmente, para uma grande companhia que possui muitos produtos com distribuição nacional e diversos canais. Fica caro, passível de erro e gera pouco engajamento nas campanhas de incentivo para os times de venda, pois o retorno da avaliação demora”, analisa Marina Morato, diretora de Business Strategy da Digi.

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Hagens anuncia chegada do CPQD e Uniodonto

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A Hagens, casa de gente criativa e focada no desenvolvimento de projetos de transformação digital, inovação e marketing baseados em tecnologia e ciência de dados, anunciou a chegada de dois novos clientes ao portfólio. A agência está em plena expansão e agora passa a contar com as contas do CPQD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), uma das maiores instituições do setor da América Latina, e da Uniodonto, maior rede de atendimento em planos odontológicos do mundo.

Para o CPQD, a Hagens irá atender todas as frentes de comunicação, tanto no B2B e B2C, atuando no site e redes sociais, com foco na performance, trabalhando a imagem da empresa com produção de conteúdo técnico.

Já para a Uniodonto, a Hagens irá fazer uma comunicação integrada, on e off-line, tanto no B2B (para empresas e planos empresariais), como no B2C, para reforçar a tradição da marca. Além disso, também trabalhará com a Dental, loja física de produtos da cooperativa para dentistas, focando no digital.

“Assumir contas de duas marcas de tanta credibilidade é uma responsabilidade que traz consigo um grande desafio. Nossa missão será manter a postura de entregar um trabalho de excelência, pois nossos pilares em tecnologia e em comunicação se completam, oferecendo uma imersão única no mercado. Assim, podemos trabalhar todas as nossas expertises em um nível mais desafiador e relevante, pois CPQD e Uniodonto elevam ainda mais nosso posicionamento neste mercado”, celebra Clauber Scarparo, sócio e cofundador da Hagens.

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