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Ambev lança #AjudeUmAmbulante para gerar renda a vendedores sem trabalho neste Carnaval
A SunsetDDB criou a campanha publicitária para o movimento #AjudeUmAmbulante, lançado pela Ambev nesta semana com o objetivo de ajudar esse grupo de trabalhadores, que, neste ano, em função da pandemia e com o cancelamento das festas e blocos de rua, ficarão sem a renda gerada pelas vendas durante o Carnaval. Através do site Ajude um Ambulante, a Ambev cadastrou cerca de 20 mil ambulantes que comprovaram trabalho no Carnaval de anos anteriores. Após o cadastro, cada um deles recebe R$ 150 e um código de identificação para ser divulgado entre seus amigos e clientes para compras pelo aplicativo Zé Delivery. A cada utilização do código, a Ambev faz uma doação extra de R$ 5 para o ambulante, com um limite de 20 utilizações por CPF.
“Mesmo sem Carnaval, a gente não podia deixar de ajudar aqueles que sempre estiveram ao nosso lado durante tantos dias de festas. Procuramos todas as formas de ajudar e, ainda sim, garantir folia dentro de casa e com segurança a todo o nosso ecossistema e nossos consumidores”, comenta Alexandre Alves, Diretor de Marketing da Ambev.
O objetivo da campanha criada pela SunsetDDB é reforçar a ajuda aos ambulantes, que sempre garantiram as bebidas geladas durante os dias de folia, e incentivar a venda de cervejas para as que as pessoas possam curtir o Carnaval em suas casas. O filme destaca a caixa térmica, o principal instrumento de trabalho desses vendedores, em cenários bem famosos do Carnaval brasileiro, porém vazios e praticamente desertos por causa da pandemia. No filme são mostradas locações como a orla de Copacabana e os Arcos da Lapa, no Rio de Janeiro, as ruas do Pelourinho, em Salvador, de Ouro Preto (MG) e Olinda (PE), além do Largo da Batata, em São Paulo. O filme ressalta ainda as expressões usadas pelos ambulantes, como “Água, cerva latão!” e “Skol Biti três por dez!” e encerra com a assinatura “O nosso carnaval dentro de casa, junto a quem sempre curtiu com a gente.”
Além do filme com as caixas térmicas, a campanha se destaca pelo impacto visual das imagens de QR Code nas peças criadas para mídia digital. Elas foram geradas a partir de uma evolução da tecnologia QR Code, chamada Halftone QR Code, de código aberto entre desenvolvedores do mundo todo, que transforma fotografias nos códigos bidimensionais que são escaneados pela câmera de telefone celular. Os QR Codes da campanha fazem direcionamento estratégico para o consumidor acessar o site do movimento #AjudeUmAmbulante e identificar os vendedores que ainda não tenham conseguido atingir a meta de 20 códigos que dão direito, cada um, à doação de R$ 5 feita pela Ambev.
“Além de despertar um sentimento de solidariedade nesse Carnaval, muito importante para ajudar esses trabalhadores que realmente precisam reforçar a renda, a campanha usa a tecnologia do QR Code como uma forma de humanizar as vendas, fazendo com que os códigos não sejam apenas elementos gráficos, mas sim imagens de pessoas de verdade, com a capacidade de representar cada um dos ambulantes”, diz Sergio Mugnaini, CCO (Chief Creative Officer) da SunsetDDB.
Vacinação – Diante do cancelamento das festas de Carnaval deste ano, a Ambev também decidiu doar 5 mil caixas térmicas, que seriam usadas pelos ambulantes, para o programa nacional de imunização contra a Covid-19. As caixas foram adaptadas especialmente e serão usadas para o transporte e armazenamento de doses de vacina. A SunsetDDB também criou uma versão do filme do movimento #AjudeUmAmbulante focada no plano de imunização. Nela, após as cenas de cidades vazias durante o Carnaval, um ambulante informa sobre a iniciativa da Ambev para colaborar com a vacinação.
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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.
A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.
A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.
Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.
O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.
O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.
A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.
Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.
O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.
O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.
Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.









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