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Ambev investe R$ 45 milhões para incentivar a moderação entre os consumidores

Todos os anos, além do portfólio robusto, para todos os gostos e ocasiões, a Ambev traz para o mercado pelo menos uma nova inovação em produtos e serviços especialmente pensada para fomentar a moderação entre os consumidores. Entre 2022 e o primeiro semestre de 2023, a companhia investiu R$ 45 milhões nessa frente, mas já são mais de 20 anos atuando para levar conhecimento e informação sobre consumo responsável para os brasileiros e brasileiras. A partir da escuta ativa, a companhia adiciona novos ingredientes às suas receitas: a combinação entre tecnologia, inovação e ciência são as maiores aliadas para traduzir os conceitos de moderação para os consumidores.
Nos últimos anos a companhia elevou a moderação a novos patamares com o lançamento de inovações que ajudam a promover a conscientização sobre o consumo de álcool de forma prática e tangível às pessoas. A Ambev vive sua mais profunda evolução cultural, o que permitiu que o negócio se transformasse e se tornasse ainda mais inovador.
Com a escuta ativa, a companhia entendeu a demanda dos consumidores por soluções que vão de encontro a um estilo de vida mais equilibrado e do consumo responsável. Somando um time inovador, tecnologias de ponta e colaboração com o ecossistema, a empresa lançou neste ano o Flow Voice, inteligência artificial que consegue identificar o consumo de álcool pela voz, criada em parceria com a Metatimbre. A expectativa é que, no futuro, a tecnologia auxilie as pessoas a tomarem melhores decisões, e que seja também utilizada por empresas e em políticas públicas para promover segurança nas estradas.
Outro lançamento que surpreendeu os consumidores foi a On By Beats, uma barrinha criada para incentivar hábitos positivos, como o de se alimentar antes e durante o consumo de álcool. O lançamento ocorreu durante o Carnaval junto a uma série de ações com foco em despertar a moderação entre os brasileiros. Antes de ser lançada, a barrinha foi testada clinicamente no Canadá e na Universidade de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul.
Ambas as inovações foram feitas pelo time do Smart Drinking Lab, squad multidisciplinar que conta com o suporte do Centro de Inovação e Tecnologia da Ambev (CIT), e cuja missão é encontrar inovações e fomentar pesquisas para criação de produtos para o brasileiro moderar a partir de tecnologia e inovação.
“O pipeline é extenso e muitas pesquisas ainda estão em etapas iniciais, mas é um território de atuação para a indústria elevar, cada vez mais, a robustez dos projetos voltados à conscientização sobre esse tema”, afirma Rodrigo Moccia, diretor de relações institucionais da Ambev.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








