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Alice Braga estrela campanha para D4U USA Group

A D4U USA Group, assessoria legal imigratória com três escritórios nos Estados Unidos (Washington, Boca-Raton e Orlando) e três no Brasil (São Paulo, João Pessoa, Goiânia), anuncia a chegada de Alice Braga para estrelar a nova campanha institucional assinada pela produtora Arizona.
Comanda por Wagner Pontes, a D4U USA se consolidou no mercado de imigração com um time de advogados e profissionais especializados em diversas áreas, auxiliando famílias e profissionais em todo o processo de imigração. Entre seus diferenciais estão o oferecimento do trabalho de headhunter, planejamento fiscal pré e pós-imigração, aplicativo próprio para acompanhamento do pleito, reaplicação gratuita em caso de negativa, além do seguro por malpractice no valor de US$ 2 milhões.
Segundo o CEO Wagner Pontes, a chegada de Alice Braga ratifica a melhor fase da companhia e solidez no mercado. “Nos dois últimos anos obtivemos um grande avanço no mercado com crescimento de 52% e, num momento em que queremos expandir nossos serviços na América Latina, ter a Alice Braga, uma atriz reconhecida mundialmente, é gratificante. Alice é a personificação de sucesso de profissional que tem reconhecimento no Brasil e no mercado americano”, comenta o CEO.
A atriz, que estreia em janeiro o filme “Eduardo e Mônica”, baseado na música de Renato Russo, Legião Urbana, é ainda a protagonista e produtora executiva da série norte-americana “Queen of the South”, sucesso em todo o mundo, e acaba de estrelar, ao lado de Bem Afleck, o longa “Hypnotic”, de Robert Rodriguez. Sua campanha para a D4U USA teve início no final de dezembro, com filmes para as redes sociais e mídias online.
Essa é a segunda grande campanha que a D4U USA Group realiza com celebridades brasileiras que têm sucesso internacional. O ator e produtor Rodrigo Santoro estrelou o filme anterior da marca, “The Best or Nothing”, mostrando a importância de ter um apoio legal no momento de transição de vida e trabalho nos Estados Unidos.
Ficha Técnica
Cliente: D4U USA Group
Produto: Institucional
Título: D4U Alice Braga
Formato: Filme
Entrega: 60”
Finalizações: 16:9 | 9:16
Mídias: Internet
Período: 12 meses
Território: Nacional e internacional
Produtora: Arizona
Direção: Thiago Eva
Assistente de direção: Maira Farah
Direção de Fotografia: Leo Kawabe
Assistente criativo: Romero Benitez
Produção Executiva: Ale Lepiani
Coord. de Produção: Tainá Jaskulski
Direção de Produção: Renato Salmaso
Head atendimento: Luciana Ramos
Atendimento: Ana Carolina Nichele
Coord. de Pós-produção: Mario Ubirajara
Pós-produção: Arizona
Montagem: Rodrigo Sobreiro
Finalizador: Pedro Falcone
Finalização: Sergio Jacobina
Motion Design: Bruno Tsuda
Correção de Cor: Psycho n’ Look
Colorista: Marcio Pasqualino
Painel de led: Octa Produções
Roteiro: D4U e Alice Braga
Produtora de áudio: Boogieman/BR
Atendimento: Elisangela Queiroz
Maestro: Dimi Kireeff
Locutor: Alice Braga
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








