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Agência um.a retoma contratações praticando diversidade e inclusão

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As demandas aceleradas do mercado clamam por projetos cada vez mais humanos e responsáveis, e isso tem sido uma excelente oportunidade para implantar as boas práticas aprendidas durante os dois anos de pandemia – período em que as empresas estiveram reclusas, analisando novas possibilidades e soluções.

Esse é o cenário na um.a Diversidade Criativa: ampliar o time para cuidar da crescente demanda de projetos de clientes, aumentando em mais de 39% o quadro de colaboradores em 2022.

A um.a, com forte propósito de enxergar os negócios a partir das lentes da diversidade e inclusão, está exercitando na prática um pouco da mudança de cultura que vem promovendo há mais de três anos com todos os seus colaboradores, clientes e parceiros. Então, mais do que sensibilizar, capacitar e promover redes de apoio, a agência tem a oportunidade de colocar em ação seus ensinamentos.

Segundo Claudia Lorenz, CEO da um.a, ter a cultura inclusiva no DNA da empresa faz com que todas as áreas protejam as pessoas e os negócios a partir da representatividade e da soma das diferenças que traz. “O processo de recrutamento e seleção desses candidatos foi conduzido pela área de pessoas com autonomia das equipes, a partir do desenho de cargos e de metas claras sobre os grupos diversos que faziam sentido para nossa estratégia inclusiva de crescimento”, afirma.

Para o sócio-fundador da um.a, Ronaldo Ferreira, foi uma grande surpresa perceber que a diversidade está, de fato, presente nesse novo time. “E isso aconteceu porque nossos gestores estavam preparados para selecionar candidatos com habilidades diferentes e complementares às suas. Então, o autoconhecimento, a facilidade de trabalhar em comunidade com poucos recursos, a vontade de querer fazer parte e a habilidade para lidar com os desafios da vida fizeram toda a diferença e destacaram os candidatos que foram escolhidos nesse processo de seleção”, completa.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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