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Agência Turtle: juventude, experiência e competência

A agência TURTLE SPORTS EXPERIENCE chega ao mercado de Marketing Esportivo aliando juventude com competência, e já conta com clientes como Sandro Dias e Rodrigo Hardy.
Foi lançada hoje oficialmente a Agência TURTLE, mais nova empresa de Marketing Esportivo do mercado brasileiro. A empresa, que já existia desde 2018 mas atuava no campo do entretenimento, foi totalmente remodelada e agora foca seus esforços em diferentes pilares de atuação do esporte. A TURTLE faz parte da Holding TAJ TOY, um dos mais poderosos e influentes grupos do mercado de entretenimento.
Inspirada em modelos de empresas estrangeiras, a TURTLE quer oferecer uma cobertura completa dentro do mercado esportivo, oferecendo serviços como:
Criação – idealização e execução do criativo de campanhas;
Eventos próprios – Eventos esportivos com a assinatura TURTLE SPORTS EXPERIENCE;
Eventos Label – Desenvolvimento 360° de projetos conforme estratégia e demanda de marcas e clientes;
Captação – Acordos comerciais com marcas para eventos, competições, atletas, equipes e federações;
Gestão de imagens – Assessoria de imprensa, redes sociais, community management, media training e gerenciamento de crise;
Soluções Inteligentes – Ativação de marcas, produtos e serviços através do esporte.
E para isso, a TURTLE montou um time de sócios que mescla juventude, experiência e um fortíssimo Network. O relacionamento fica por conta de Gilmar Araújo, o Gil Cebola – que além de fotógrafo e homem de confiança do craque Neymar, é também empresário, tendo diversos negócios no Brasil e Exterior, e uma das pessoas mais bem relacionadas do país – e de Leo Venditto, empresário da noite paulistana e personalidade influente no meio de atletas, artistas e celebridades. A juventude vem com Leto Dini, que com apenas 24 anos já possui diversos negócios e é responsável pela área comercial de diversas ações da holding e Lucas Mariano, jovem produtor que se notabilizou organizando diversos tipos de eventos, seja shows para milhares de pessoas ou jogos universitários. E a experiencia fica por conta de Bruno “Barça” de Almeida, que carrega 10 anos de esportes na TV Globo e 5 anos no Marketing da Adidas, sendo 2 deles como head de marketing de influência para toda America Latina.
A empresa já tem experiência em eventos ligados a diferentes modalidades esportivas, do futebol ao e-Sports. Dentre os cases da empresa se destacam a GINGA (maior evento da torcida da seleção brasileira do país), Copa Diggio (maior campeonato interescolar do Brasil), SuperCopa Desimpedidos, RedBull Athletes Summit, seletiva RedCanids e o Legends Game (partida de fim de ano entre Ronaldinho Gaúcho e Denílson). Atualmente, a empresa tem diversos projetos em andamento, e já tem dois atletas no portfólio: o supercampeão mundial de skate, Sandro Dias e o capitão da seleção Brasileira e campeão mundial de futsal, Rodrigo “Capita” Hardy.
“Atletas, dirigentes, empresários e outras pessoas ligadas ao esporte participavam dos nossos eventos e notaram a qualidade dos nossos serviços. E começamos a receber uma demanda muito grande de produção de eventos esportivos e começamos a nos envolver cada vez mais nessa área” afirma Leto Dini, sócio da empresa desde o seu início.
“Vemos um grande potencial em um projeto que consegue mesclar esporte, paixão e entretenimento. Nosso primeiro passo foi alinhado com a nossa cultura de desenvolvimento de novos negócios dentro do grupo, seguindo a metodologia do First Who, then What – Trazer o time certo para capitanear essa nova unidade até o topo, tendo como combustível de motivação grandes desafios e trabalho duro.” afirma Guilherme Wolff, sócio do Grupo TAJ TOY.
Para saber mais detalhes, acesse www.agenciaturtle.com.br e confira mais sobre a empresa.
Email: [email protected]
Instagram: agenciaturtle
Twitter: agenciaturtle
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







