Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Ademicon Consórcio e Investimento lança campanha institucional para 2024

Publicado

em

Ademicon, administradora independente de consórcio, apresenta sua nova campanha institucional para 2024, novamente estrelada pelo jornalista e apresentador Tadeu Schmidt, embaixador da empresa. A iniciativa publicitária faz parte de um amplo projeto de investimento da companhia em marketing que tem como objetivo mostrar o consórcio não apenas como uma modalidade de crédito, mas também de investimento.

Com o slogan “Dá pra ser crédito? Dá pra ser investimento? Lógico que dá”, a campanha reforça as diversas possibilidades de uso do consórcio da Ademicon e a versatilidade do produto. Nos VTs, pessoas perguntam ao Tadeu se é possível utilizar o consórcio para obtenção de crédito e como forma de investimento em diferentes segmentos, como o de imóveis, serviços e veículos, inclusive no agronegócio.

“A nova campanha celebra o momento atual da Ademicon com a conquista de R$ 18 bilhões em créditos comercializados no ano e faz parte da nossa estratégia de marketing para 2024. Mais do que nunca, queremos mostrar ao brasileiro que o consórcio é para todos e para atender a diferentes necessidades e objetivos de vida. E isto se torna totalmente possível por meio do atendimento consultivo de uma especialista em consórcio há 32 anos”, explica Tatiana Schuchovsky Reichmann, CEO da Ademicon.

“Tadeu Schmidt já mostrou, com o seu carisma e profissionalismo, que tem total sintonia com a nossa marca. Pela sua proximidade com o público, consegue explicar de forma simples como funciona o consórcio, além de posicionar a companhia como especialista no assunto. Mais uma vez, investimos em uma campanha com alcance nacional e ações de forte impacto tanto no ambiente online quanto offline”, complementa o diretor de Marketing da Ademicon, Henrique Hegenberg.

Lançada no último dia 17, a campanha, desenvolvida pela agência GPAC, conta com filmes de TV, conteúdo digital, materiais de OOH e spots para rádio, além de intervenções nos maiores aeroportos do Brasil.

Ficha Técnica

Agência: Grupo GPAC de Comunicação Integrada
Diretor de Criação e Planejamento: Juca Pacheco
Gerente de Criação: Guilherme Ghesti e Leandro Dena
Direção de Arte: Dizzy
Redação: Alexis Leiria
Planejamento: Ivana Faust e Iasmin Cavalcanti
Atendimento: Lorena Machado, Julia Merli, Suellen Kais e Rafaela Correa
Diretor de RTV: Rafael Fernandes
RTV: Marília Lemos, Allan Dukov, Gabriel Machado, Thais Domingues
Mídia: Luciana Stellfeld e Scarlat Fernanda
Produtora de áudio: Ópera 54
Produtora de vídeo: Teddy Bear Filme

Equipe
Diretor Executivo: Evaristo Faccioli
Direção: Bia Flecha
Assistente de Direção 1: Isadora Haddad Levy
Assistente de Direção 2: Eloisa Mendes Ferrarini
Diretor de Fotografia: Felipe Aguillar
Edição: Bruno Ferreira
Color: Leticia Blanco (SP)
Motion:  Jean Estevão
Diretora de Arte: Jô Marçal
Coordenação Produção e pós-produção: Auci Meira
Técnico de som direto: Elenton Zanoni Eugenio da Silva
Diretor de Produção: Betinha 
Maquiagem: Leticia Dubinski
Figurinista: Vanessa Ribeiro Leinecker
Catering equipe: Luciane Deginiski
Catering Tadeu Schmidt: Danielo R. Garramone
Produção de casting: Adriana Batista (Curitiba)
Produção de casting: Sueli Miranda (São Paulo)

Continue lendo

Empresa

2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

Publicado

em

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

Continue lendo

Empresa

Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

Publicado

em

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

Continue lendo