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Accenture lança Client Value Experience para transformar relações B2B

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A Accenture anuncia a reinvenção de suas interações com as maiores organizações do País por meio do Client Value Experience (CVE) na América Latina. É uma nova disciplina dedicada a transformar relações transacionais em experiências criativas, memoráveis e orientadas por dados — capazes de reforçar confiança, lealdade e impacto nos negócios. A nova área integra tecnologia, criatividade humana, experiência sensorial e profunda personalização para ajudar clientes a vivenciarem, de forma concreta, o valor da Accenture ao longo de todas as jornadas.
Para liderar o CVE, a empresa nomeia Márcia Guerreiro, executiva com ampla experiência em jornalismo, marketing e comunicação e mais de uma década atuando em comitês de liderança local e global. Primeira mulher editorialista do O Estado de S. Paulo e com trajetória consolidada em consultoria e tecnologia, Márcia liderou estratégias de marca, narrativas executivas, ABM, experiência do cliente e programas integrados de marketing. Reconhecida por sua inovação em storytelling, design de experiências e preparo de líderes para conversas mais relevantes, fluídas e orientadas a valor com clientes — muito além dos modelos tradicionais de apresentação — ela assume a missão de transformar o CVE em uma alavanca estratégica de crescimento e diferenciação competitiva na região.
“O CVE nasce para redefinir a experiência B2B”, afirma Márcia Guerreiro. “Vamos criar relações transformacionais, experiências que unem criatividade, tecnologia e personalização — e que fazem o cliente sentir o valor que construímos juntos e a promessa da marca.”
A criação do CVE está diretamente conectada ao Connected Innovation Center (CIC), inaugurado recentemente em São Paulo, um hub de cocriação que combina tecnologia, dados, narrativa e design para acelerar soluções e fortalecer vínculos executivos.
Para reforçar seu compromisso com inovação e tecnologia, a Accenture também anuncia a chegada de Larissa Di Pietro como nova líder de  marketing e comunicação para a América Latina. A profissional com mais de duas décadas de experiência no Brasil e no Canadá construiu uma trajetória sólida em grandes empresas de tecnologia, como Cisco, CA Technologies e Sun Microsystems.
Reconhecida por sua atuação em estratégias integradas de marketing, Larissa é referência em iniciativas orientadas à geração de demanda, engajamento do cliente e fortalecimento de marca. Ao longo de sua carreira, liderou projetos transformacionais impulsionados por plataformas digitais, eventos e parcerias estratégicas.
Apaixonada por storytelling, estratégia e sobretudo por pessoas, Larissa chega à Accenture para seguir ampliando a presença da marca e manter a voz da companhia líder no mercado, conectando as estratégias de Marketing aos objetivos de crescimento da empresa.
“O tamanho, a relevância e o impacto da Accenture no Brasil e nos principais países da América Latina são realmente impressionantes. Estou realizada, pronta e muito feliz em liderar o time de Marketing e Comunicação e seguir mostrando ao mercado como a Accenture ajuda grandes empresas a se reinventarem com o apoio da tecnologia, da criatividade humana e, principalmente, entregando resultados de negócios extraordinários”, afirma Larissa.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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