Conecte-se com a LIVE MARKETING

Gente

ABOOH tem nova diretoria executiva

Publicado

em

A Associação Brasileira de Mídia Out Of Home (ABOOH), que reúne os principais veículos do segmento, anuncia a sua nova diretoria eleita pelas empresas associadasO grupo assume a direção no biênio 2022-2024 e irá promover renovações, inclusive no modelo da associação, que passará a abrigar novos players para fortalecer o ecossistema do meio OOH.

Entre os planos da nova diretoria destacam-se estratégias para ampliar a geração de negócios entre os associados e incrementar as receitas publicitárias no segmento OOH. Para atingir esse objetivo, a nova ABOOH desenvolverá uma série de ações, entre elas, promover uma ruptura com o modelo vigente e com o atual estatuto da entidade, para poder integrar novos associados como empresas de tecnologia em dados (DMP), fornecedores de hardware e software, agências de publicidade, anunciantes, plataformas programáticas (DSP e SSP), institutos de pesquisa, fornecedores de conteúdo e veículos de OOH. “A ABOOH vai realizar algo inédito ao promover a conexão e a formação de um forte ecossistema pautado na geração de negócios, conteúdo e debates entre os associados e o mercado”, afirma Alexandre Guerrero. O rol de novidades envolve ainda a criação de um calendário anual de eventos de negócios e a contratação de um CEO para gerir a Associação.

Para o novo presidente da Associação, Felipe Forjaz, o mercado de OOH no mundo vive um momento de plena evolução com forte digitalização dos inventários, novas métricas fornecidas por plataformas de dados mobile que tornam o meio cada vez mais metrificado e no Brasil não deverá ser diferente. “Entendemos que a ABOOH tem agora um papel fundamental na conexão de todo o ecossistema, como forma de seguirmos inovando o meio no Brasil”, afirma Forjaz.

Atualmente, a ABOOH reúne 29 associados, são eles: B.drops, Clear Channel, Eletromidia, Euromidia, Floripa Square, FLYMidia, GPA Malls, Helloo, JCDecaux, Kallas, KM Money, Led Wave, Maely, MidiaMallsMidiaplan, Mídia Banco 24 Horas, Mobees, Moohb, Mude, NEOOH, Onbus, Otima, Pad, 4 Mídia, Retail Media, Sinergy, Top Midia, Urbana e Vex.

Continue lendo

Gente

Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

Publicado

em

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

Continue lendo

Gente

Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Publicado

em

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

Continue lendo