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ABAP se une às maiores entidades da ciência e medicina para lançar campanha “Vacina Salva”

A Associação Brasileira de Agências de Publicidade (ABAP) juntamente com a Academia Brasileira de Ciências, a Academia Nacional de Medicina, a Academia de Ciências Farmacêuticas do Brasil e a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência lançam a campanha “Vacina Salva” em prol da vacinação em massa para combater o novo coronavírus (Covid-19).
“Neste momento, em que novas variantes da covid aparecem, as vacinas escasseiam e aumenta o número diário de infectados e mortes, a resposta solidária é o caminho para o controle da pandemia e a segurança da população. ‘O cada um por si’ deve ser substituído pelo ‘cada um por todos’. A covid-19 e suas variantes serão vencidas com o uso de máscaras, o distanciamento social e a vacinação em massa”, destaca o presidente da ABC, Luiz Davidovich.
A desconfiança por parte da população em relação aos imunizantes motivou a iniciativa, que visa principalmente combater a falta de conhecimento, teorias falsas e fake news sobre o funcionamento e a eficácia das vacinas. O legado histórico da ciência para a humanidade e sua trajetória vitoriosa no descobrimento de vacinas que venceram epidemias anteriores são o foco da campanha.
“A ABAP, como uma das entidades mais importantes da comunicação brasileira, tem como missão fundamental combater as fakes news”, comenta Mario D’Andrea, presidente nacional da entidade. “Quando fomos procurados pelas grandes entidades de ciência e medicina do país, atendemos prontamente. Fica claro para nós que a falta de informação da população é a maior doença da sociedade moderna. Só com campanhas sérias e esclarecedores poderemos combater a pandemia e outros males que hoje enfrentamos”, completa D’Andrea.
É a vacina que “fala” sobre sua trajetória e destaca que existe há 200 anos para salvar vidas. No filme, a protagonista ainda diz que muitas pessoas não sabem como a ciência funciona, mas que ela existe para deixar as vidas melhores. Poliomielite, febre amarela e meningite são algumas das doenças citadas nas campanhas que foram combatidas e vencidas com a vacinação em massa. O vídeo termina com a mensagem: “Não dê ouvidos para quem não entende a ciência e tem memória curta. Conte comigo!”.
A campanha estreia no dia 4 de fevereiro e será veiculada na internet, TVs e rádios de todo país. O enxoval publicitário conta com um filme de 1 minuto e 30 segundos, spots de rádio e placas de rua (OOH). A criação é do publicitário Mario D´Andrea, que contou com o apoio gratuito de vários profissionais da agência DPZT e da produtora S de Samba.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.
Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.
Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.
Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.
Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.
Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos







