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A Moça da Nestlé ganha vida em versão humanizada

A Moça, que já faz parte da vida dos brasileiros há mais de um século, estampando as latas de Leite Moça e sendo grande aliada na criação dos doces momentos, agora vai interagir com o mundo real. A Nestlé acaba de lançar a versão humanizada da personagem que chega com o propósito de se conectar ainda mais com o público em todo ecossistema da marca, ajudando os consumidores no repertório culinário e reforçando a importância da relação da marca principalmente com as mulheres, sendo também uma embaixadora do empreendedorismo doce.
Mais do que uma nova forma de aproximação com o consumidor, a humanização da Moça faz parte de uma estratégia mais ampla. “Dar vida a Moça tem como objetivo evoluir a conexão com os consumidores, que inclusive deram o seu nome, sendo uma parceira no dia a dia, trazendo soluções e inspiração. Afinal são 100 anos de história, aprendendo junto com as mulheres brasileiras”,comenta Keila Broedel, executiva de marketing de culinários na Nestlé.
A Moça evoluiu com o passar dos anos e ganhou múltiplas versões desde seu lançamento em 1921 e agora o público poderá conhecer mais sobre a história, a personalidade e os valores da moça mais doce do Brasil, que faz as sobremesas darem certo. Com a humanização, a Moça vai se empoderar das suas mídias sociais para se aproximar do público e ser a porta voz digital da marca.
Para o seu desenvolvimento, a Nestlé escolheu como parceira a Vetor Zero, empresa com mais de 35 anos de experiência em animação 3D, que transformou a figura da marca, na personagem moderna de estética ultrarrealista com figurino contemporâneo, e ainda inspirado no original, utilizando para criação e modelagem da personagem a ferramenta MetaHumans, que permite a criação e personalização de modelos humanos hiper-realistas a partir de uma biblioteca de assets. Além de fazer uso da animação, com a captura de movimentos corporais e faciais de uma mulher real para trazer ainda mais realismo ao filme.
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Caju lança campanha que destaca eficiência operacional para o RH e segurança jurídica

A Caju, empresa de tecnologia voltada para o mercado de benefícios corporativos, despesas e gestão de pessoas, acaba de colocar no ar sua nova campanha institucional intitulada “Quer ter certeza? Escolha Caju”. A estratégia de comunicação foi desenhada para consolidar o posicionamento da marca como a melhor experiência do setor, desafiando o modelo tradicional e engessado do segmento de cartões de benefícios. Fundada com o propósito de colocar o trabalhador no centro da tomada de decisão, a fintech acumula marcas expressivas em sete anos de operação: hoje, ela está presente na rotina corporativa de mais de 65 mil empresas clientes e soma 1,2 milhão de usuários ativos em todo o Brasil.
A campanha é composta por filmes publicitários com desdobramentos específicos para os canais digitais em três versões distintas. No conceito da peça, a “certeza” oferecida pela marca traduz-se em benefícios práticos e mensuráveis para as duas pontas do ecossistema corporativo, o colaborador e o RH.
Um dos principais pilares de sustentação da campanha é a segurança jurídica oferecida aos departamentos de recursos humanos, um tema que ganhou urgência no mercado de trade marketing corporativo e benefícios após as recentes atualizações regulatórias do setor trazidas pelo Decreto nº 12.712/2025 do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT).
A plataforma da Caju opera em 100% de conformidade com as regras do regime CLT e do PAT. Além disso, a empresa posiciona-se como a única startup do setor a reunir quatro certificações internacionais de segurança da informação, blindando as organizações contratantes contra vulnerabilidades de dados e passivos trabalhistas.
Zachary Fox, CMO da Caju, destaca que o roteiro da nova campanha reflete diretamente os depoimentos e as dores solucionadas no cotidiano das empresas parceiras. “A nova campanha da Caju traduz algo que ouvimos todos os dias dos nossos clientes: por que eles nos escolhem. Queremos, de forma bem objetiva, mostrar para todo mundo o que mais de 65 mil clientes já sabem. É a melhor experiência do mercado para o colaborador e para o RH, sendo a opção mais segura e com cartão com a maior aceitação do Brasil.”
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Iniciativa “Open To Help” mobiliza profissionais da comunicação em torno da escuta ativa e mentoria de carreira

As recentes transformações no mercado da publicidade e do marketing têm redesenhado as dinâmicas de contratação, mas um movimento criado de forma espontânea pelo publicitário Fábio Rebouças — diretor criativo associado do Omnicom Media Brazil — começou a jogar luz sobre um diagnóstico sensível da indústria criativa: mais do que a complexidade em conquistar uma recolocação, os profissionais sentem falta de serem ouvidos pelo mercado.
A constatação ganhou tração a partir do projeto “Open To Help”, iniciativa que teve início com uma publicação despretensiosa no perfil pessoal de Rebouças no LinkedIn. No texto, o executivo oferecia voluntariamente uma hora de mentoria para apoiar profissionais em transição de carreira. O que nasceu como uma ação pontual converteu-se rapidamente em uma rede informal de acolhimento corporativo, conectando profissionais de agências de publicidade, live marketing, design, audiovisual, relações públicas, jornalismo e tecnologia.
Em apenas três semanas de projeto, Rebouças conduziu 28 mentorias individuais e gratuitas. Os encontros são realizados inteiramente fora de seu expediente formal, ocupando janelas de tempo durante as noites, finais de semana e feriados. Mais do que uma revisão técnica de portfólios ou ajustes de currículo, as sessões revelaram um comportamento sistêmico do mercado de recursos humanos das agências. “A completa sensação de abandono nos processos de recrutamento apareceu em praticamente todas as conversas. As pessoas sentem uma necessidade enorme de serem ouvidas. Muitas vezes, elas não procuram apenas uma vaga, mas alguém disposto a escutar sua trajetória, seus desafios e ajudá-las a enxergar possibilidades novamente”, avalia Fábio Rebouças.
A publicação original superou a marca de 38 mil impressões na plataforma de negócios, gerando mais de 660 reações e centenas de comentários. O movimento de networking já colhe os primeiros resultados práticos de conversão: dois participantes das mentorias conquistaram recolocações formais no mercado a partir das conexões, direcionamentos e revisões táticas promovidas durante os encontros.
Sem uma metodologia rígida ou promessas comerciais, o “Open To Help” foca em um ativo escasso no ambiente corporativo: a disponibilidade para a escuta. O projeto é aberto a qualquer profissional do ecossistema de comunicação, bastando acionar o idealizador via mensagem direta no LinkedIn para alinhar a agenda.
A capilaridade da iniciativa já conectou criativos de diversas regiões do país, mapeando profissionais em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Curitiba e Porto Alegre, além de cidades do interior como Maringá (PR), Poços de Caldas (MG), Birigui (SP) e a região da Chapada Diamantina (BA). A repercussão começou a atrair o apoio de outras lideranças do setor, como Bruno Höera, CEO da Portland, e André Dainesi, fundador da Descola, que manifestaram intenção de somar esforços para estruturar os próximos passos do projeto.
O planejamento para os próximos meses prevê a expansão do ecossistema através de encontros presenciais, visando estreitar os laços comunitários e potencializar as trocas de experiências. O avanço do “Open To Help” dialoga diretamente com o momento de alta mobilidade profissional global: dados do LinkedIn indicam que mais de 220 milhões de usuários já utilizaram o selo “Open to Work”, enquanto pesquisas da rede apontam que 58% dos profissionais planejam movimentar suas carreiras a curto prazo, chancelando a urgência de iniciativas focadas em inteligência social e empatia no ambiente corporativo.








