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A melhor forma de usar o Instagram para fins profissionais

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Não importa a área de atuação, as redes sociais atualmente são usadas por muitas pessoas como ambiente para divulgação do trabalho, portfólio ou contar experiências profissionais. Seja para atrair clientes, olhares de empresas ou para estimular outros profissionais e fazer conexões. Basta uma passada pelo Instagram que veremos, muito mais do que fotos de viagens e entretenimento, muitos médicos, nutricionistas, cabeleireiros, jornalistas, entre tantos profissionais, mostrando seus resultados e conquistas aos seguidores.

Não é para menos, as estatísticas da Digital Overview mostram que os brasileiros gastam, em média, 3h30 por dia usando as redes sociais, sendo a taxa do Instagram quatro vezes maior do que a do Facebook, com 81% dos usuários utilizando a rede de fotografias para procurar novos produtos e serviços.

Mas como saber se a forma de divulgação profissional está sendo feita da maneira mais apropriada? É preciso criar um perfil exclusivamente profissional ou é possível mesclar conteúdos de trabalho e do cotidiano? O especialista em marketing e CEO da Alpes Mídia, Silvio Sauerbier deu algumas dicas que podem ajudar quem, cada vez mais, vê no Instagram uma oportunidade de promover seus próprios talentos.

O que evitar

Sabemos que as pessoas estão cada vez mais conectadas nas redes sociais e com isso faz com que aumente as visualizações de diferentes conteúdos lançados nas midas, sejam eles, particulares ou empresariais. Com isso, todo cuidado é pouco na hora de publicar qualquer tipo de conteúdo. Nem tudo o que se posta pode manter seus seguidores no seu perfil.  O uso de imagens chamativas, boas combinações de conteúdos, interações nos stories e o uso correto de hashtag, gera engajamento para o seu perfil. Quanto mais organizado seja, mais profissional ele se identifica.

Perfil exclusivamente profissional ou mesclar com conteúdo particular

Nem tudo o que postamos em nosso perfil pessoal é pertinente ao público do perfil profissional. O correto é criarmos um perfil para cada finalidade e assim dividirmos os conteúdos pessoais dos profissionais.

Comprar seguidores é uma boa ideia?

A compra de seguidores pode sim impressionar os seguidores, pois o público que acompanha as redes imaginará que uma grande quantidade de pessoas acompanha determinado perfil. Porém, esta prática, comum entre perfis empresariais e pessoais, pode prejudicar a entrega de conteúdo e com isso diminuir o engajamento, entregando menos conteúdo ao seu público.

Como começar a profissionalizar o perfil

Para um bom perfil profissional é muito importante a criação de bons conteúdos que mantenham seu perfil movimentado, gerando interação entre o criador de conteúdo com as pessoas que te acompanham. Para isso, é importante também o acompanhamento de uma boa agência de publicidade, marketing e criação de conteúdo.

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Cesan aposta em expressão popular e marketing digital para impulsionar uso de aplicativo em campanha de parcelamento

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A transformação digital avança a passos largos na prestação de serviços públicos essenciais, e a Cesan (Companhia Espírito-Santense de Saneamento) acaba de lançar sua mais nova campanha de renegociação de débitos para acelerar esse processo. Desenvolvida pela agência Ampla, a iniciativa adota uma jornada com foco na conversão digital, projetada para direcionar consumidores das categorias residencial, comercial e industrial para os canais digitais da concessionária, permitindo a regularização de pendências financeiras com total conveniência.

O grande destaque do projeto de comunicação está em seu posicionamento criativo, que gira em torno do mote “Quem parcela não se aperta”. O conceito foi extraído diretamente de uma expressão popular para dialogar de forma leve, empática e imediata com a realidade do público. Thauana Moreira, head de criação da Ampla-ES, explica a estratégia por trás da linguagem adotada: “Ao utilizar essa abordagem, conseguimos dar máxima visibilidade ao benefício principal da ação – o parcelamento especial em até 100 vezes sem juros -, mostrando que colocar as contas em dia com a Cesan pode ser muito mais simples do que parece.”

A campanha utiliza recursos visuais que se complementam ao discurso institucional. Nos layouts das peças publicitárias, a palavra “par-ce-la” aparece grafada de forma dividida e silábica. De acordo com Bruno Reis, diretor de criação da Ampla, esse recurso atua como um trocadilho visual para reforçar o conceito de flexibilidade e o fôlego financeiro oferecido pela empresa.

A agência estruturou um plano de mídia focado prioritariamente no ecossistema digital. O objetivo central é incentivar o download e a utilização do aplicativo mobile da Cesan, plataforma que foi totalmente atualizada e blindada para garantir a realização de acordos de forma rápida e segura. Para guiar a jornada do usuário até a conversão, todas as peças dão protagonismo absoluto à chamada para ação (Call to Action) “Baixou, parcelou no app Cesan”. “Essa assinatura remete diretamente à sistemática, funcionando como uma ferramenta estratégica para contabilizar tanto os novos downloads do app quanto o volume de quitações de débitos dentro da plataforma”, complementa Bruno Reis.

O território visual da campanha foi planejado para transmitir uma sensação de tranquilidade e alívio, simulando o bem-estar do consumidor ao quitar suas pendências financeiras. As peças trazem fotografias de pessoas em situações leves e cotidianas, abandonando o tom burocrático e austero que geralmente acompanha comunicados de cobrança.

A direção de arte preservou o azul corporativo como a cor dominante para assegurar a identificação imediata da marca Cesan pelo público. Como elemento de modernização e dinamismo, foram inseridas formas circulares e detalhes em tons de rosa como cores complementares, conferindo energia e apelo contemporâneo às composições gráficas e consolidando o aplicativo como o principal ponto de contato entre a empresa e a comunidade.

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Saggezza desenvolve inteligência artificial capaz de reduzir em até 35% os custos de execução no PDV

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A retailtech Saggezza traz ao mercado soluções baseadas em inteligência artificial e realidade aumentada que prometem revolucionar o trade marketing e a gestão de redes de franquias. O principal objetivo da empresa é demonstrar como a falta de conformidade entre as diretrizes planejadas pelas matrizes e a execução real nas lojas gera prejuízos severos para franqueados e franqueadores. Para dimensionar o problema, a companhia apoia-se em dados da One Door Retail Solutions, que apontam que falhas operacionais dessa natureza geraram perdas de US$ 125 bilhões apenas no mercado dos Estados Unidos em 2025.

O mesmo levantamento revela os impactos diretos dessas inconsistências na jornada de compra: 49,9% dos consumidores abandonam o estabelecimento quando um produto não está disponível ou sofre com problemas de exposição, enquanto 73,4% manifestam insatisfação imediata com a reputação da marca quando a execução no ponto de venda falha. Renato Paschoal, CEO da Saggezza, resume o gargalo enfrentado pelo setor varejista. “Campanha lançada não é campanha executada e, sem evidências, não há como fazer uma avaliação fidedigna. Hoje, o que existe é muito processo, pouco dado visível e nenhuma leitura do que foi realmente efetivo, refletindo em investimento desperdiçado e perda de vendas.”

Para solucionar esses pontos de fricção, a startup de tecnologia estruturou um sistema de auditoria que utiliza algoritmos de reconhecimento de imagem para validar a instalação de peças de comunicação, apontando desvios e gerando relatórios automatizados por loja. O processo oferece escala às redes por meio de relatórios com comprovação fotográfica geolocalizada e métricas precisas de conformidade. Complementarmente, a plataforma disponibiliza uma ferramenta de realidade aumentada que mapeia as dimensões e a profundidade física do ponto de venda, permitindo que as equipes simulem o posicionamento exato dos materiais de visual merchandising antes da produção.

Outro pilar estratégico destacado pela empresa é a centralização da jornada operacional. Ao contrário de modelos tradicionais de mercado, que dividem a cadeia entre consultorias que entregam apenas dashboards analíticos e transportadoras focadas exclusivamente na logística, a plataforma consolida todas as etapas, cobrindo do briefing inicial ao controle de entrega na ponta. “Somos uma empresa de tecnologia para o varejo que não atua apenas no ambiente digital, mas também na complexidade prática da operação”, complementa o executivo.

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