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Vitor Belfort e Wanderlei Silva trocam provocações por cartas em filmes de Spaten Fight Night

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A expectativa para a revanche entre Vitor Belfort e Wanderlei Silva, programada para acontecer no ringue do Spaten Fight Night 2, ganhou um novo round. Spaten, cerveja premium da Ambev, estreou no horário nobre dois filmes – protagonizados individualmente por cada lutador -, aumentando a tensão para o duelo sonhado pelo público por mais de 27 anos. Em ambas as produções com estética cinematográfica, os rivais trocam farpas de maneira elegante, com provocações e ironias, mas seguindo o conceito da marca: “mais força, menos amargor”. Os roteiros são narrados pelos próprios atletas como se eles estivessem redigindo cartas um para o outro – um mix de ressentimento e respeito que prende a atenção de qualquer fã de artes marciais e consegue despertar a curiosidade até mesmo de quem não acompanha o esporte.

“Encontramos uma forma de construir o clima de rivalidade entre os lutadores a partir do tom de voz característico de Spaten, o Estilo Spaten de ser Forte, que temos apresentado ao público nos últimos anos. Trabalhamos com a mensagem ‘Mais Força, Menos Amargor’ e criamos dois filmes em que Wanderlei e Vitor trocam cartas, e farpas, de maneira sagaz. É o clássico trashtalk, mas com o ponto de vista de Spaten: um clima de tensão conduzido com elegância, em uma composição equilibrada entre linguagem visual, narrativa e a trilha sonora marcante de Edith Piaf, ‘Non, je ne regrette rien’ — que significa ‘Não, não me arrependo de nada’. Perfeita para o contexto”, afirma Cinthia Klumpp, diretora de marketing de Spaten.

Para comemorar o anúncio da luta, Spaten reuniu dezenas de pessoas em São Paulo, em um bar speakeasy. Apaixonados por lutas, fãs da marca e influenciadores assistiram juntos aos filmes e celebraram a nova edição do evento.

Criados pela agência GUT, os filmes estrearam dias após o anúncio oficial da luta. A ação dá continuidade ao movimento que a cerveja alemã criada em 1397 vem liderando no território das artes marciais: reviver confrontos que marcaram época e, ao mesmo tempo, fomentar a cena atual por meio de grandes eventos. A marca, que também é patrocinadora oficial do UFC no Brasil, assumiu um papel ativo na viabilização de lutas históricas, como a revanche entre Mike Tyson e Jake Paul e o duelo entre Katie Taylor e Amanda Serrano, além de contar com um squad de embaixadores formado por nomes como Kyra Gracie, Flávio Canto, Beatriz Ferreira e Rafaela Silva.

“O desafio era comunicar o Spaten Fight Night de um jeito proprietário de Spaten. E já que o conceito da marca é ‘Mais força. Menos Amargor.’, por que não tirar o amargor do famoso trash talk das lutas e transformar em uma provocação elegante entre Wanderlei e Belfort?” comenta Natália Mamede, diretora de criação da GUT.

A segunda edição do Spaten Fight Night está marcada para 27 de setembro, em São Paulo, com transmissão ao vivo pela TV Globo. O confronto principal será na modalidade boxe, com oito rounds de dois minutos, um minuto de intervalo, no peso combinado de 93kg e regulamentada pelo Conselho Nacional de Boxe como Special Fight, valendo resultado e nocaute.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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