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CCXP22 reúne mais de 300 mil pessoas em 5 dias épicos e a Apple Produções fez parte disso!

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A espera enfim acabou! A CCXP está de volta! A maior celebração da cultura pop e geek aconteceu de 1 a 4 de dezembro no São Paulo Expo e coleciona recordes.
O evento voltou a acontecer de forma presencial após dois anos de CCXP Worlds, formato digital da marca, agora em um cenário de muita comemoração da comunidade que fez a CCXP crescer desde 2014.

Pela primeira vez, o evento contou com mais de 16 empresas parceiras de conteúdos, ou Content Partners, que são as plataformas de streaming e estúdios. Entre elas estão Crunchyroll, Disney, Globoplay, HBO Max, Mauricio de Sousa Produções, Netflix, Paramount Pictures, Paramount+, Paris Filmes, Prime Video, Spotify e Universal.

O público viveu uma experiência épica com mais de 260 painéis, 220 horas de conteúdo, muitos deles exclusivos e inéditos, inclusive com premieres de filmes e séries.

O evento aconteceu em uma área de 115 mil m² e contou com mais de 70 estandes espalhados no pavilhão que abrigou as mais de 100 marcas que apostaram em ativações, ambientes instagramáveis e muita interação.

Quem esteve nos bastidores fazendo com que muito disso se tornasse realidade foi a Apple Produções, que pelo terceiro ano consecutivo foi responsável pela produção técnica de todas as áreas Omelete Company, além de um espaço exclusivo da Apple dentro do Festival. Lá recebeu clientes e convidados e contou com a participação de Cosplayers que se revezavam e interagiam com as pessoas.

Leandro Cabral, Head de Negócios e Atendimento da Apple, assegura que essa foi uma participação sem igual para a empresa. “No palco Thunder, o ápice do evento por conta dos estúdios e lançamentos, nosso time foi responsável por toda a entrega e operação técnica em iluminação, sonorização, led e projeção, contando com o apoio de grandes nomes e profissionais do mercado, como Kinoland ( responsáveis pela projeção exclusiva dos filmes ), e um projeto de luz incrível desenhado por Paulinho Lebrão, um dos maiores Light Designers do Mundo.

Palco Omelete foi tapete para grandes nomes dos estúdios com entrevistas memoráveis, e também tiveram a assinatura da Apple os palcos Creators, Arena Game, Cosplay, Artists Valley, Fotos & Autógrafos, Magic Market e Ultra. Em todos esses espaços a Apple foi responsável pela entrega, gestão e condução técnica como um todo”, destaca Cabral.

A Apple entende que tudo isso é reflexo da parceria irrestrita construída entre as partes, pois a mentalidade, propósito e objetivos são muito convergentes, o que faz com que a sintonia entre ambas só cresça e se fortaleça, afirma Cabral.

Para essa empreitada a Apple contou com uma equipe de aproximadamente 130 profissionais com produtores divididos por áreas, equipes distintas, suporte de estoque in loco, operação de transporte dentro dos pavilhões e um time de profissionais altamente preparados para um projeto dessa dimensão. Quem esteve à frente dessa mega produção técnica pela Apple Produções foram Leandro Cabral, Head de Negócios e Atendimento, e Rafael Tonarque, Diretor de Negócios.

Atualmente, CCXP é uma das marcas dentro da estrutura da Live Experience da Omelete Company, maior conglomerado dedicado aos fãs de cultura pop do Brasil. Mensalmente, a marca atinge mais de 15 milhões de pessoas ávidas por novidades. Fazem parte da Omelete Company as marcas Omelete, The Enemy, CCXP, CCXP Awards, Gaules, BIG Festival e Game.

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Oktoberfest Summit 2026 promete imersão inédita nos bastidores da maior festa alemã das Américas

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O live marketing brasileiro ganha um reforço de peso em seu calendário de 2026. Após o êxito de sua estreia, que mobilizou cerca de 500 profissionais e entusiastas, o Oktoberfest Summit teve seu lançamento oficial realizado na última segunda-feira. Com o mote “Celebrar a tradição, construir o futuro”, o evento retorna com a promessa de elevar o nível das experiências imersivas entre os dias 20 e 22 de outubro, ocupando espaços icônicos como o Teatro Carlos Gomes e o Parque Vila Germânica, em Blumenau.

Nesta edição, o foco se volta para as engrenagens que fazem o espetáculo acontecer. A grande novidade reside na abertura dos bastidores da gastronomia e dos desfiles, pilares fundamentais da identidade do evento. Segundo Guilherme Benno Guenther, diretor geral da Oktoberfest Blumenau, o público terá em mãos um conteúdo sem precedentes. “Os participantes terão acesso a detalhes técnicos desses dois temas, que são grandes diferenciais e um dos maiores ativos culturais e comerciais da festa. Informações que nunca foram compartilhadas em mais de 40 anos de história”, destaca o executivo.

A organização, que projeta atrair 600 participantes este ano, aposta no conceito de “learning by doing” (aprender fazendo). Muito além de palestras convencionais, o Summit se posiciona como uma plataforma de networking e educação corporativa dentro do ecossistema de entretenimento. Para Gelson Walker, CEO da Tô Indo Viagens e Eventos e organizador oficial do encontro, a proposta é entregar uma visão 360 graus do evento. “O Summit é muito mais do que um congresso. Durante três dias, promovemos uma verdadeira imersão, com visita guiada pelos bastidores do Parque Vila Germânica e do Camarote Spaten, além da possibilidade de ter acesso a cases inspiradores, que fazem a Oktoberfest ser o sucesso que ela é. Educação, networking e entretenimento em um só lugar”, afirma Walker.

Para os profissionais do live marketing que buscam entender como escala e cultura se encontram em um projeto de alto impacto, as inscrições já estão abertas através do site oficial (www.oktoberfestsummit.com.br). O evento reforça seu compromisso com a capacitação técnica, garantindo certificação a todos os presentes.

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Super Bowl 2026 quebra recordes com comerciais de US$ 10 milhões e consolida a “Economia da Atenção”

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O Super Bowl 2026 entrou para a história não apenas como a final mais aguardada da NFL, mas como o detentor do intervalo comercial mais caro da televisão mundial. Com data marcada para o próximo dia 8 de fevereiro, o preço de uma inserção de apenas 30 segundos alcançou a impressionante faixa entre US$ 9 milhões e US$ 10 milhões. O valor estabelece novos recordes globais e reforça o evento como o espaço publicitário mais disputado do planeta, evidenciando uma transformação estrutural no mercado: a revalorização extrema dos grandes eventos ao vivo.

Em um cenário de mídia cada vez mais pulverizado e orientado por métricas de performance automatizadas, o Super Bowl permanece como um dos raros momentos de atenção massiva e simultânea — um ativo que se tornou escasso em 2026. Para Bruno Almeida, CEO da US Media, o salto nos valores, que até pouco tempo giravam entre US$ 6 milhões e US$ 7 milhões, reflete uma mudança de prioridade das marcas. “O Super Bowl é um dos poucos ambientes em que as marcas não competem apenas por cliques ou conversões imediatas, mas pela atenção plena do público. Em um mundo de múltiplas telas e estímulos constantes, isso se tornou extremamente valioso”, analisa o executivo.

Este movimento não é isolado e sinaliza o retorno do conteúdo “ao vivo” ao centro das estratégias globais, abrangendo também a Copa do Mundo, Olimpíadas e Fórmula 1. A capacidade desses eventos de combinar alcance, contexto e emoção em tempo real permite um impacto de marca com menor dispersão. Segundo Almeida, o crescimento dos preços é um sinal claro de que a publicidade entrou definitivamente na era da economia da atenção. “Eventos ao vivo entregam algo que nenhum algoritmo, isoladamente, consegue garantir: relevância cultural e presença simultânea em larga escala”, afirma.

No entanto, em 2026, o sucesso de uma campanha de Super Bowl não termina quando o cronômetro para. O diferencial competitivo das marcas agora reside na estratégia de reverberação pós-jogo. Especialistas apontam que tratar o intervalo apenas como o ápice da estratégia é um erro estratégico comum; na prática, ele funciona como um gatilho para uma narrativa que deve se desdobrar em vídeos digitais, redes sociais, mídia programática e parcerias com criadores de conteúdo.

A diversificação de canais, incluindo aplicativos de segunda tela como o Onefootball, torna-se essencial para capturar a audiência que passa a reinterpretar as mensagens após o pico de exposição. Como define Bruno Almeida: “O retorno real vem da capacidade de sustentar a mensagem no pós-evento, adaptando a narrativa a diferentes plataformas, públicos e momentos de consumo”. Em um ano marcado por grandes competições esportivas, a lição do Super Bowl 2026 é clara: o impacto custa caro, mas a longevidade da mensagem é o que garante o ROI.

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