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Rodrigo Faro estrela campanha “No PAN tem PIX”

A campanha é mais uma iniciativa do Banco para engajar clientes e atrair novos consumidores por meio da educação financeira. O PAN utilizará o ambiente digital e rádio para explicar o Pix de forma simples, direta e intuitiva, tirando dúvidas e oferecendo suporte para que os clientes utilizem a nova operação com segurança.
“Esse é um momento muito importante para o setor bancário no País. Nós acreditamos que, além de dar acesso ao novo sistema, devemos educar nossos clientes, para que eles tenham domínio na utilização e uma boa experiência. Estamos trabalhando para que o app seja fluido e fácil de usar”, explica Vivian Zwir Wertheimer, superintendente de Marketing e CRM do Banco PAN.
Além de mídia digital, o PAN fará spots de rádio no programa Pânico, da rádio Jovem Pan FM, e irá utilizar seus canais próprios nas redes sociais para se comunicar com o público, além do blog Amigo do Dinheiro e do canal do YouTube Para Fazer Mais. Quem se cadastrar no Pix com o PAN também vai concorrer a smartphones, um ano de Contas pagas, um ano de supermercado, um ano de combustível e um ano de internet 5G.
Essa é a terceira campanha do Banco PAN estrelada por Rodrigo Faro neste ano, que participou do lançamento da conta digital do PAN em fevereiro, com campanhas de mídia digital e merchandising no seu programa da Record TV e narrou a radionovela “Meu amor de Carnaval” para o Dia dos Namorados, no canal de podcast do Banco no Spotify.
“A ideia dessa campanha é contar para o consumidor que vale a pena cadastrar e usar o Pix de maneira gratuita no Banco PAN. Ela explica como funciona, as vantagens e benefícios oferecidos. Além disso, a função de awareness e educação financeira se desdobra em diferentes meios e formatos, com filme, mídias sociais, conteúdo e ação com influenciadores”, explica Alexandre Vilela, CCO da HavasPlus.
Pix no PAN
O Pix será grátis para todos no PAN. Esse é o compromisso do Banco que, desde o final de agosto, já vem conversando com seus clientes sobre o novo sistema de transferências e pagamentos do Banco Central. O objetivo é esclarecer todas as dúvidas, mostrar as vantagens do novo sistema e como nossos clientes poderão se beneficiar dele.
No App do PAN, o consumidor poderá utilizar o Pix de 3 formas:
Chave de cadastro
As chaves de cadastro serão usadas para direcionar os pagamentos do Pix para a agência e conta bancária do cliente. Que poderá cadastrar como chave o seu e-mail, CPF, número de celular ou a Chave Aleatória.
QR Code
Por meio do aplicativo do PAN o consumidor poderá fazer a leitura de qualquer QR Code de Pix e efetuar pagamentos de forma rápida e segura.
Pagamento por inserção de dados
Assim como no TED e DOC, também terá a opção de inserir os dados completos para transferência.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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