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Em nova ação de carnaval, Skol usa tecnologia para tentar fazer o sol brilhar durante o feriado em São Paulo

Para fazer a alegria dos foliões, marca contrata avião que usa método 100% natural para induzir a chuva no sistema Cantareira e evitar as trovoadas nos blocos paulistas
Se depender da Skol, o sol e a diversão estão garantidos para os foliões do Carnaval 2020 em São Paulo. Na ação ‘Giro na Chuva’, a marca quer ajudar na diversão da galera que deseja muito sol, calor e cerveja gelada nos blocos de rua. Para isso, Skol contratou uma empresa de tecnologia que usa um método 100% natural que vai induzir as chuvas de forma localizada a caírem sobre o sistema Cantareira. Assim, o meio ambiente agradece por ter abastecimento no lugar necessário e o Carnaval de rua segue firme e com muito sol. Esta é primeira vez que a tecnologia é usada em uma campanha publicitária.
A ação acontece entre os dias 21 e 26 de fevereiro em São Paulo. Durante os dias de folia, a marca produzirá conteúdos em suas redes socais e mostrará em tempo real como está o tempo nos principais bloquinhos de Carnaval na cidade paulistana. Para acompanhar as novidades, siga @Skol nas redes sociais.
Sobre a tecnologia
A tecnologia empregada nesta ação já é praticada há pelo menos 12 anos pela empresa que realiza projetos para a SABESP no Sistema Cantareira e em mais de 20 projetos para agricultura no Brasil e até mesmo no Gabão, África.
100% limpa, ela utiliza apenas água potável aplicada em forma de gotículas de diâmetro controlado. Dessa forma, “imita-se” o processo natural de crescimento vertical da nuvem e precipitação e assim a chuva acontece. O avião lança no interior de nuvens cumulus, com correntes ascendentes, gotículas de tamanho controlado, promovendo mais colisões e aglutinações para formar então as gotas de chuva.
A ação é localizada, trabalhando em nuvens de 1 a 6 km de diâmetro que, após o período de 15 a 20 minutos de semeação, induz a chuva no local. Sem efeitos colaterais ou dano ao meio ambiente, o método é seguro e promove chuvas que contribuem para a recuperação de nascentes, além de ajudar a manter o solo umidificado e favorecer a cobertura vegetal.
Para explicar mais detalhes sobre a tecnologia utilizada na ação ‘Giro na Chuva’, a marca produziu uma websérie especial, que estará disponível nas redes de Skol a partir de 20 de fevereiro. Dividida em três episódios, os vídeos fazem uma imersão na cultura do Carnaval e das superstições, registrando e resgatando crenças, costumes regionais, tradições e inovações do povo brasileiro que nutre uma relação íntima com a natureza e seus fenômenos.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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